Gilberto Gil diz que Doces Bárbaros, com Caetano, Bethânia e Gal, podem voltar

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*ARQUIVO* RIO DE JANEIRO, RJ, 08.04.2022 - GILBERTO GIL TOMA POSSE NA ABL - O cantor e ex-ministro da Cultura Gilberto Gil durante a solenidade de posse da cadeira de número 20, na Academia Brasileira de Letras (ABL), no salão Nobre Petit Trinon, centro do Rio de Janeiro nesta sexta-feira (8).(Claudia Martini/Folhapress)
*ARQUIVO* RIO DE JANEIRO, RJ, 08.04.2022 - GILBERTO GIL TOMA POSSE NA ABL - O cantor e ex-ministro da Cultura Gilberto Gil durante a solenidade de posse da cadeira de número 20, na Academia Brasileira de Letras (ABL), no salão Nobre Petit Trinon, centro do Rio de Janeiro nesta sexta-feira (8).(Claudia Martini/Folhapress)

SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - Gilberto Gil, um dos nomes mais importantes da música brasileira, afirmou que o grupo Doces Bárbaros —a banda que ele teve nos anos 1970 com Caetano Veloso, Maria Bethânia e Gal Costa— pode voltar a se unir.

Após quase 50 anos da famosa turnê que celebrou as carreiras dos artistas, a cantora Maria Bethânia também está entusiasmada com a ideia, afirmou Gil nesta terça-feira no evento de lançamento do museu virtual dedicado à sua vida e obra na plataforma Google Arts & Culture.

"É possível, sim, que a gente queira e consiga se reunir de novo. Tomara que aconteça", disse ele.

A mostra virtual "O Ritmo de Gil" é uma homanagem ao cantor, que este ano fez 80 anos e se tornou imortal da Academia Brasileira de Letras, com a exposição de mais de 41 mil imagens e 900 vídeos e gravações históricas digitalizadas, além do resgate de um disco nunca lançado, gravado em 1982 em Nova York e que estava perdido desde quando o compositor voltou ao Brasil.

Realizada em parceria com o Instituto Gilberto Gil, a exposição digital se dedica também a tratar da influência do cantor, um dos expoentes e fundadores da tropicália, sobre a cultura brasileira e interncaional.

Com documentos, fotos e vídeos, o acervo conta a tragetória biográfica de Gil, apresentando fotos de família de sua infância e adolescência, entre outros registros históricos. O músico classificou a mostra como "um apanhado eletrônico de todas as coisas que fizemos, as linguagens desenvolvidas".

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