Gal Costa: relembre os 10 álbuns mais icônicos da artista

<p>Gal Costa cantando no Palau de la Musica em Barcelona, em 2005. (Foto:by Jordi Vidal/Redferns)</p>
Gal Costa cantando no Palau de la Musica em Barcelona, em 2005. (Foto:by Jordi Vidal/Redferns

Gal Costa morreu, aos 77 anos, nesta quarta-feira (9). Querida por anônimos e famosos, a cantora deixou um verdadeiro legado na música brasileira. Relembre os 10 álbuns mais icônicos da artista.

  • "Domingo" (1967)

Em parceria com Caetano Veloso, Gal Costa trouxe no disco "Domingo"a simplicidade interpretativa da Bossa Nova, em canções como "Avarandado", "Zabele" e "Coração Vagabundo", todas elas recuperadas em tempos mais recentes.

Gal Costa morre aos 77 anos: capa do álbum Domingo, lançado em 1967. (Foto: Reprodução)
Gal Costa morre aos 77 anos: capa do álbum Domingo, lançado em 1967. (Foto: Reprodução)
  • "Gal Costa" (1969)

Um dos seus maiores sucessos, a canção "Baby" faz parte do disco que leva o nome da cantora. No mesmo trabalho, ela entoava outros sucessos de compositores da Tropicália, como "Não Identificado", de Caetano, e "Divino Maravilhoso", de Caetano e Gilberto Gil.

  • "Fa-Tal Gal-A Todo Vapor" (1971)

Foi com o disco "Fa-Tal Gal-A Todo Vapor" que Gal Costa se consagrou e mostrou todo seu potencial vocal. No álbum, ela gritou contra a repressão e a ditadura militar. Além da canção "Pérola Negra", que nunca mais saiu dos repertórios dos seus shows, o álbum conta com "Mal Secreto", de Jards Macalé e Waly Salomão, e "Sua Estupidez", de Roberto Carlos.

Gal Costa morre aos 77 anos: capa do álbum Fatal, lançado em 1971. (Foto: Reprodução)
Gal Costa morre aos 77 anos: capa do álbum Fatal, lançado em 1971. (Foto: Reprodução)
  • "Índia" (1973)

O álbum "Índia" causou desde o seu lançamento, pois a capa foi censurada pela ditadura. Além da faixa-título, "Da Maior Importância" e "Relance", o disco reúne vários sucessos da carreira de Gal Costa.

Gal Costa morre aos 77 anos: capa do álbum Índia. (Foto: Reprodução)
Gal Costa morre aos 77 anos: capa do álbum Índia. (Foto: Reprodução)
  • "Água Viva" (1978)

O disco marcou a trajetória da cantora por apresentar uma versão mais romântica com a canção "Folhetim". Na época, a música disparou nas rádios. "Mãe" também foi um título que bombou pelo vocalize de Gal que assombrava, parecendo um instrumento de sopro ou uma guitarra plangente.

  • "Fantasia" (1981)

Gal Costa se destacou com a canção "Meu Bem, Meu Mal" no disco "Fantasia", mas a turnê de lançamento ficou marcada por críticas ao show de estreia. Embora tenha sido ovacionada pelo público, a artista sofreu com problemas técnicos.

  • "Profana" (1984)

O disco marca a volta da artista para a gravadora Sony, após 16 anos na Philips. Entre os destaques está a música "Vaca Profana", de Caetano Veloso.

Gal Costa morre aos 77 anos: capa do álbum Profana, de 1984. (Foto: Reprodução)
Gal Costa morre aos 77 anos: capa do álbum Profana, de 1984. (Foto: Reprodução)
  • "Recanto" (2011)

Com uma pegada mais eletrônica, Gal Gosta surpreendeu cantando os poemas de Caetano Veloso. O álbum vendeu mais de 25 mil cópias no Brasil e rendeu muitos elogios à cantora.

  • "Estratoférica" (2016)

O álbum começou a ser produzido em 2014 e a cantora fez um show marcante com as músicas no repertório um dia depois do seu aniversário de 70 anos. O disco tem a primeira composição gravada de Zeca Velloso e canções de Mallu Magalhães, Caetano Veloso, Thalma de Freitas, João Donato, Céu, Lira e outros artistas.

  • A "Pele do Futuro" (2018)

No quadragésimo álbum da carreira, Gal Costa relembrou seu estilo na década de 70 e ainda fez história com o single "Cuidando de Longe", gravado com Marília Mendonça, que morreu há um ano.

Gal Costa morre aos 77 anos: capa do álbum A Pele do Futuro, o último lançado pela cantora, em 2018. (Foto: Reprodução)
Gal Costa morre aos 77 anos: capa do álbum A Pele do Futuro, o último lançado pela cantora, em 2018. (Foto: Reprodução)

* Com informações Folhapress