"Me comparar a meu pai é como comparar Neymar e Pelé", diz Arlindinho

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Arlindinho, filho de Arlindo Cruz, em entrevista ao Domingo Espetacular, da Record
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Arlindinho, filho de Arlindo Cruz, em entrevista ao Domingo Espetacular, da Record
Arlindinho, filho de Arlindo Cruz, em entrevista ao Domingo Espetacular, da Record

Arlindinho Cruz, filho do sambista Arlindo Cruz, não se incomoda com as comparações que costumam fazer de seu trabalho com o de seu pai. Mas ele admite que ainda está longe de ter todo o prestígio que o veterano conseguiu construir ao longo de sua carreira e adota um discurso de modéstia todas as vezes em que o assunto vem à tona.

"Me comparar ao meu pai é como comparar o Neymar ao Pelé. O melhor jogador da história consagrado e o jogador que está buscando, que tem erros, assim como eu tive", disse o músico em entrevista ao Domingo Espetacular, que irá ao ar neste domingo (21), na Record.

Desde 2017, Arlindinho assumiu uma postura de liderança em sua família por conta do estado de saúde de seu pai, que sofreu um AVC enquanto os dois se preparavam para viajar do Rio de Janeiro a Osasco (SP) para a realização do show Pagode 2 Arlindos.

O veterano do samba segue acamado, apresentando uma recuperação lenta, porém progressiva. E Arlindinho passou a ser o porta-voz da família, sempre alertando os fãs sobre a evolução do quadro de saúde e também mantendo o legado de seu pai na música.

Na entrevista ao programa da Record, Arlindinho também fala sobre a retomada de seu casamento com Ayeska Massaia, com quem tem dois filhos e havia de quem havia se separado no começo de 2020. Eles são pais de Antonio, de dois anos de idade.

"Eu falei: Cara, eu preciso dessa mulher pra minha vida'. A gente se reconectou como casal. Ela como mulher, eu como homem, a gente se completa, a gente se ama", afirmou.

O programa também entrevistou o maestro e pianista João Carlos Martins, que falou de sua saúde e da recuperação que ainda enfrenta contra a trombose.

"Eu achei que era muscular porque eu estava iniciando exercícios. Então eu demorei três dias para comunicar o médico. Levei a maior bronca do mundo. No meu caso, as duas vezes foram para o pulmão. Então, no pulmão é uma sorte, porque pode ir para o coração e pode ir para o cérebro. No coração é praticamente fatal", declarou o músico.

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