• Opa!
    Algo deu errado.
    Tente novamente mais tarde.

Filha de Gugu se pronuncia após crítica por vídeo de Porsche: "É muito mais que o carro"

Neste artigo:
  • Opa!
    Algo deu errado.
    Tente novamente mais tarde.

A briga pela herança de Gugu Liberato ganhou mais um capítulo polêmico com a divulgação de um vídeo no qual as filhas do apresentador, Marina e Sofia, reclamam que a tia, Aparecida Liberato, não aceitou comprar um Porsche para as duas com o dinheiro da família. Aparecida é a inventariante da fortuna do apresentador.

Em suas redes sociais, Sofia se pronunciou sobre a polêmica, afirmando que sua fala foi tirada de contexto e que a briga não é sobre o carro, e sim a respeito do controle da herança de Gugu.

Leia também:

"Para todas as pessoas que estão me criticando e me julgando, já que houve o vazamento do vídeo, eu sugiro vocês a assistirem o vídeo inteiro, para vocês entenderem o contexto do vídeo. Vocês vão ver que na verdade não se trata de uma compra de um carro, se trata de um assunto muito mais sério e importante por trás disso", disparou.

No vídeo, Marina e Sofia dizem que é um absurdo que Aparecida não tenha aceitado comprar um Porsche.

"Eu pedi para minha tia a Porsche que eu sempre sonhei em ter. Ela disse que falou com a promotora e que a mesma disse que eu não poderia ter esse carro porque era muito de luxo para uma criança de 17 anos. E eu não poderia ter também porque era muito caro. Eu achei muito estranho e procurei um carro mais barato. No final, eu acabei comprando um carro pela metade do preço do que aquele que eu queria", disse Sofia no vídeo.

Segundo Sofia, as duas querem respeito e uma auditoria para ver tudo o que entrou e saiu da conta desde a morte de Gugu. Marina também relatou que sua mãe, Rose Miriam, não foi apenas uma "barriga de aluguel" e acha errado a forma como os advogados e sua tia falam dela. Em uma reunião, a jovem contou que defendeu a mãe e foi atacada.

"Começaram a zombar da minha cara, falaram que eu era uma criança, que não iam discutir com uma criança. Que advogados são esses que não vão falar com o seus clientes? Me senti humilhada. Desliguei a reunião e me senti um lixo, comecei a chorar", contou a jovem. "Vendo aquilo eu também chorei, achei aquilo desumano", completou a irmã, que lamentou a partilha dos bens realizada sem a presença delas.

Nosso objetivo é criar um lugar seguro e atraente onde usuários possam se conectar uns com os outros baseados em interesses e paixões. Para melhorar a experiência de participantes da comunidade, estamos suspendendo temporariamente os comentários de artigos