Fernanda Gentil esclarece polêmica: "Não existe respeitar a homofobia"

Foto: Reprodução/Instagram (@gentilfernanda)

Fernanda Gentil publicou um textão no Instagram para explicar o que quis dizer em sua entrevista para a jornalista Mônica Bergamo, da Folha de S. Paulo. À publicação, a apresentadora da Globo afirmou que respeita "quem acha um crime beijo gay" e "quem infelizmente é racista", mas não concorda com violência. As declarações repercutiram negativamente pelas redes socais e muitos a chamaram de hipócrita.

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Para esclarecer o caso, Fernanda disse na noite deste domingo (27) que ficou assustada com a repercussão. Ela garantiu que a entrevista foi tirada do contexto. “O que aconteceu foi que eu falei por duas horas na entrevista, um papo bem sincero e legal, mas ele só cabe em uma página. Então frases, vírgulas e pontos são cortados, é normal. Uma ponta cola na outra e cria-se um novo contexto. E nesse novo contexto virei dona de uma ideologia absurda", disse ela.

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Durante o desabafo, Gentil explicou que “não existe respeitar a homofobia”. “O racismo. A gordofobia. Esses ‘ismos’ e ‘fobias’ para mim são, antes de mais nada, aversão à gente”, escreveu apresentadora do ‘Se Joga’. Na sequência, Fernando garantiu que quis dizer que respeita “diferentes nuances de um assunto” e não abaixa a bandeira, pois nunca pensou em viver escondida com sua companheira.

A jornalista falou que uma das fases mais difíceis de sua vida aconteceu quando resolveu assumir seu relacionamento com Priscila Montandon em 2016 e foi muito julgada. Ela também explicou o fato de ter dito que não vai vestir o filho de rosa apenas para mostrar para as pessoas. “A cor de uma blusa não vai dizer quem ele é, nem quem eu sou. Vai vestir a cor que quiser por gostar ou não dela - esse é o único critério”, afirmou.