Família de Gugu apresenta documento em que Rose Miriam se declarava solteira em 2012

Redação Vida e Estilo
·2 minuto de leitura
***ARQUIVO***SÃO PAULO, SP, 29.11.2019 - Rose Miriam, viúva de Gugu, e o filho do apresentador João Augusto Liberato - Enterro do apresentador Gugu Liberato no Cemitério Gethsêmani, no bairro de Morumbi, zona sul da capital paulista. (Foto: Danilo Verpa/Folhapress)
***ARQUIVO***SÃO PAULO, SP, 29.11.2019 - Rose Miriam, viúva de Gugu, e o filho do apresentador João Augusto Liberato - Enterro do apresentador Gugu Liberato no Cemitério Gethsêmani, no bairro de Morumbi, zona sul da capital paulista. (Foto: Danilo Verpa/Folhapress)

SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - A defesa da família do apresentador Gugu Liberato apresentou na última sexta-feira (6) um documento assinado em 2012 em que a viúva Rose Miriam di Matteo se declara solteira.

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No documento consta a doação de uma casa de Alphaville de Gugu para Rose, com seis suítes e valor de R$ 1,8 milhão, segundo a revista Veja. Um dos trechos diz ainda que Rose "reconhece que estão [ela e Gugu] ligados tão e somente como pais e, portanto, são responsáveis pelo bem-estar dos filhos".

Com o documento, os advogados da família esperam que seja dado "um ponto final" no processo de reconhecimento de união estável que Rose Miriam abriu em dezembro de 2019, após a morte do apresentador.

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O advogado de Rose Miriam, Nelson Wilians, alega que "esse eventual documento, que qualifica a sra. Rose Miriam como solteira, não tem peso algum no processo de reconhecimento de união estável entre ela e Gugu Liberato".

Ele explica que a união estável não altera o estado civil, o que significa que ambos continuam solteiros. "Por essas razões, permanecemos confiantes na Justiça brasileira", diz a nota.

O advogado ainda se manifestou sobre a casa de Alphaville, que teria sido doada para Rose. "Importante lembrar que o 'compromisso' (Termos de Criação de Filhos) foi elaborado com o reprovável intuito de fraudar a lei protetiva e foi apresentado a Rose Mirim apenas 39 dias após alta hospitalar, sem que ela tivesse condições de discernimento. É esse mesmo documento que menciona a doação desse imóvel e a pensão de US$ 10.000 por mês", diz.

Os advogados da ex-companheira de Gugu Liberato já haviam defendido que ela não estava em boas condições quando precisou assinar o documento que a tirou do testamento do apresentador, que morreu no final de novembro do ano passado.

Um laudo de uma psicóloga atesta que Rose estava sob tratamento com remédios que tinham como efeito colateral "perda significativa de memória".

A psicóloga, chamada de Vera Lúcia Gonçalves, atesta que Rose "não conseguiria juntar as ideias em decorrência de enorme estresse", e que apresentava um quadro "delirante paranoico". O laudo foi produzido no dia 20 de fevereiro e anexado ao processo de Rose, que busca comprovar que ela mantinha uma união estável com Gugu.