Fábio Porchat revela protocolo da Globo em pandemia: “Faço minha própria maquiagem”

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Fábio Porchat aprendeu a se virar sozinho na pandemia (Foto: Juliana Coutinho)
Fábio Porchat aprendeu a se virar sozinho na pandemia (Foto: Juliana Coutinho)

Fábio Porchat está gravando a nova temporada do ‘Que História É Essa, Porchat?’, que estreia no GNT na próxima terça-feira (4), às 22h30. Por conta da pandemia, o apresentador tem encarado um novo formato para entrevistar convidados à distância. Além disso, Porchat, que defende o isolamento social até a chegada da vacina, tem seguido à risca o rígido protocolo de segurança da Globo.

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Em um bate-papo virtual com jornalistas, o artista contou que sua equipe tem trabalhado de casa, incluindo a diretora e roteirista do programa. Ele só tem contato próximo com uma produtora pessoalmente. A funcionária é responsável por colocar o figurino de Porchat higienizado e empacotado dentro do camarim. Ela também entrega o microfone que o próprio apresentador ajusta no corpo.

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Para voltar a gravar neste período, Fábio precisou se adaptar e aprender funções de outros profissionais. Maquiador e cabeleireiro, por exemplo, seguem afastados em isolamento. “A maquiagem sou eu mesmo que faço. Fiz um tutorial com um maquiador pela internet. Já chego maquiado na Globo, usando máscara”, diz ele, que fez a prova de todos os figurinos em sua própria casa para evitar contato com outras pessoas.

Entrar na emissora também virou uma saga. O apresentador revela que é preciso passar por algumas etapas. Antes de voltar a gravar, por exemplo, ele fez dois tipos de exames diferentes. “A gente mede a temperatura e coloca aquela sapatilha de dentista no pé. Toda parte de camarim dos convidados e da produção está fechado. Só tem o meu camarim sem nada dentro para ficar”, explica.

Exaustivo

O ‘Que História É Essa, Porchat?’ é gravado toda terça, quinta e sábado. Fábio chega na Globo por volta das 15h30 e passa cerca de 20 minutos fazendo anotações em seu iPad, pois não pode mais contar com as fichas de papel. As gravações também ficaram mais difíceis. Se antes ele gravava dois programas por dia, agora é quase impossível finalizar um episódio por diária.

Os convidados participam por meio de um aplicativo de chamadas de vídeo. Como a imagem fica muito ruim por conta da internet, a emissora decidiu enviar quites com celulares, iluminação e microfone especiais para que todos se falem pelo aplicativo, mas gravem o papo simultaneamente nos aparelhos enviados. São essas imagens boas que serão editadas e exibidas na televisão.

“Se a gente ouvir a história picotada, travada, o programa naufraga. A gente tem que ter certeza que tem um take limpo das pessoas falando”, diz Porchat, que tem se virado nos 30 para dar conta de todos os imprevistos. “Fico exausto. É claro que to vendo as pessoas rindo, interessadas, mas para o comediante a plateia é fundamental. Tento ficar mais assertivo nos comentários, ficar mais em cima”, completa.

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