Ex-empresária de Britney Spears nega ter controlado remédios da cantora

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***ARQUIVO***SÃO PAULO, SP: Show da cantora norte-americana Britney Spears, na Arena Anhembi, em São Paulo. (Foto: Eduardo Anizelli/Folhapress)
***ARQUIVO***SÃO PAULO, SP: Show da cantora norte-americana Britney Spears, na Arena Anhembi, em São Paulo. (Foto: Eduardo Anizelli/Folhapress)

SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - A ex-empresária de Britney Spears, 39, Lou Taylor, 56, negou ter controlado remédios, monitorado a vida online e também ter colocado escutas secretas no quarto da cantora. Ela entrou com uma moção para bloquear um pedido de prestação de contas completa dos últimos 13 anos da Tri Star Sports and Entertainment Group, empresa de gerenciamento de negócios de atletas e artistas da qual é fundadora.

Taylor e sua equipe, que inclui o ex-assistente pessoal de Britney, Robin Greenhill, revidaram o advogado da cantora, Mathew Rosengart, em documentos judiciais obtidos pela revista People, argumentando que prestou contas regularmente durante os 11 anos nos quais trabalhou com a artista, sem que houvesse questionamento algum.

Além disso, a ação aponta que "ninguém na Tri Star jamais realizou qualquer controle sobre o tratamento médico, sugeriu monitorar as comunicações eletrônicas, teve autoridade para aprovar protocolos de segurança ou que esteve ciente de qualquer dispositivo de vigilância eletrônico oculto colocado no quarto" de Britney.

A declaração refuta ainda que a empresa teria recebido qualquer compensação relacionada ao patrimônio de Britney que não esteja refletida com precisão nas contas registradas ou a ser arquivada neste caso. O documento não fala a respeito das alegações de que a cantora era proibida de sair de férias quando queria e de usar o próprio dinheiro depois de atingir o limite de gastos.

Os advogados da ex-empresária afirmam que ela não teria como interferir na ação que levou à tutela de Britney, em 2008, porque só passou a cuidar da carreira da cantora em 2009. Antes desse período, eles trabalhavam apenas com a irmã mais nova da artista, Lynn Spears, 30, em 2005.

A ação ocorre menos de uma semana após Britney acusar Taylor e a própria mãe, Lynne Spears, 66, de terem interferido diretamente para que o pai da cantora, Jamie Spears, 69, pedisse a tutela dela.

"Meu pai pode ter começado a tutela há 13 anos, mas o que as pessoas não sabem é que foi minha mãe a pessoa que deu a ideia a ele! Eu nunca vou conseguir esses anos de volta. Ela secretamente arruinou minha vida, e sim, eu vou reclamar dela e de Lou Taylor", escreveu Britney nesta quarta-feira (3), em postagem no Instagram, apagada posteriormente.

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