Ex-dirigente da F1 demonstra apoio a Putin: 'Levaria um tiro por ele'

Bernie Ecclestone credit:Bang Showbiz
Bernie Ecclestone credit:Bang Showbiz

O ex-dirigente da Fórmula 1, Bernie Ecclestone, afirmou que levaria um tiro pelo "cidadão de primeira classe" Vladimir Putin.

O bilionário britânico, 91 - que comandou a principal categoria do automobilismo por 40 anos -, definiu o presidente da Rússia, de 69 anos, como uma pessoa sensata que "fez exatamente o que disse que faria".

Em uma entrevista exclusiva concedida ao programa 'Good Morning Britain', o empresário foi questionado pela jornalista Kate Garraway se ele acreditava que as ações do presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelensky, poderiam ter evitado a guerra.

"Com certeza absoluta. O que ele [Putin] está fazendo é algo que ele acreditava ser a coisa certa para a Rússia. Infelizmente, muitos empresários, inclusive eu, cometemos erros de tempos em tempos, e quando você comete o erro você tem que fazer o melhor para mudar as circunstâncias".

Bernie - que é casado com a brasileira Fabiana Flosi, 44 - aproveitou a ocasião para ironizar as decisões de Zelensky.

"Acho que se a situação tivesse sido conduzida corretamente - quero dizer, a outra pessoa na Ucrânia... pelo que sei, ele era comediante, e ele parece querer continuar nessa profissão", alfinetou o magnata. "Se ele tivesse ponderado as coisas, ele certamente teria feito um esforço maior para dialogar com o Sr. Putin, que é uma pessoa de bem, que o teria escutado".

A entrevista ocorreu apenas alguns dias depois do ataque russo a prédios civis e a um shopping center na Ucrânia - ofensiva que foi considerada um crime de guerra por líderes ocidentais.

Entretanto, Ecclestone acredita que tais bombardeios "não foram intencionais", embora milhares de inocentes tenham morrido nos ataques.

"Não foi intencional. Eu ainda levaria um tiro por ele", disse Bernie sobre o presidente russo quando a entrevistadora perguntou se ele ainda o considerava um amigo. “Eu preferiria que não doesse, mas eu ainda levaria um tiro por ele", finalizou ele.

Bernie foi preso no Brasil em maio deste ano por portar uma arma de fogo irregular em sua bagagem antes de embarcar em um voo particular para a Suíça, mas foi liberado após pagar uma fiança de R$ 6 mil.

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