Ex-BBB, Rodrigo França avalia participação no reality: “O fruto foi gostoso”

Rodrigo França já era ator, diretor e professor quando aceitou participar do "Big Brother Brasil 19", mas foi a partir do reality que ele se tornou um nome nacionalmente conhecido. Por isso, ainda que avalie sua experiência como difícil, não se arrepende.

"A própria palavra reality show fala de realidade. Não foi delícia, foi muito violento estar ali, mas não me arrependo porque o fruto foi gostoso", destaca ao falar com o Yahoo Entrevista e pontuar as possibilidades de trabalhar como diretor de TV e cinema.

França é o diretor do filme "Barba, cabelo e bigode", da Netflix, além de assinar a direção do especial "Humor negro", recém-lançado no Globoplay.

Sua participação no reality show da Globo se deu no ano em que os participantes do programa se dividiram em dois grupos, apelidados de “Villa Mix” e “Gaiola”, e renderam diversas discussões — dentro e fora do confinamento — sobre racismo. Por apontar atos preconceituosos de alguns brothers e sisters, França e seus aliados foram taxados como “chatos” por parte do público, além de também serem alvo de muito preconceito.

Quase quatro anos depois, França ressalta que tudo tem um peso maior quando se é preto, e reafirma suas posições. "Eu ainda prefiro ser o chato militante do que o incoerente", frisa, também como um recado aos futuros participantes.

A próxima edição do reality estreia na TV no dia 16 de janeiro, mais uma vez misturando anônimos e famosos. O comando da apresentação segue de Tadeu Schmidt.

Assista à entrevista completa: