Evandro Santo relata agressão após show: "Homofobia e covardia"

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O humorista Evandro Santo. Foto: reprodução/Instagram/evandrosanto
O humorista Evandro Santo. Foto: reprodução/Instagram/evandrosanto

O humorista Evandro Santo relatou ter sofrido uma agressão depois de sua apresentação em Marília, no interior de São Paulo, na última sexta-feira (18). Ele publicou uma foto do rosto machucado neste sábado e afirmou ter levado um soco de um rapaz que participou do show.

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“Esta não é uma foto bonita e nem legal. Esta foto mostra o quanto devemos ter cuidado com pessoas com aparência ‘normal’, porque o ódio e a homofobia não têm cara”, alertou.

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Evandro explicou que o rapaz, identificado como Pedro, foi um dos convidados para o quadro chamado “Tinder Humano”, em que dá selinhos em pessoas da plateia, que aceitam o convite para subir ao palco. “Ele super aceitou bem, fez o Tinder, ganhou um selinho meu, deu risada, assim como a moça ganhou um meu e deu risada. Saiu do palco de boa”, contou.

Após o espetáculo, o humorista foi ao banheiro. “Quando saí do banheiro, do nada, o cara apareceu, o mesmo que participou por vontade própria e me deu um baita soco na boca. Obviamente eu não reagi. Tanto a boca quanto o nariz sangraram. Na hora virou um tumulto no banheiro, gente separando o cara, um cara ficou puto e disse para o pai dele: ‘Você trouxe o seu filho para fazer isto com o artista?’ Chegou uma moça super prestativa, e fizeram um paredão para eu sair. Saí tão passado que fui direto para o hotel”, disse.

O comediante garantiu que vai procurar a polícia por conta do ato violento. “Não apanho desde os 13 anos de idade, por qualquer motivo. Acordei péssimo pensando em deixar pra lá e ir logo para casa. Mas não. Vou na delegacia fazer o B.O. e vou fazer todos os processos possíveis do mundo por agressão, homofobia e covardia”, afirmou.

Evandro fez uma segunda publicação, contando o que descobriu sobre o rapaz. “Fiquei sabendo agora que ele acabou de sair de uma clínica de reabilitação. Isto não é desculpa. Conheço um monte de dependentes ou ex-dependentes que não agridem ninguém. Cabia então alguém da família cuidar do moço, não deixar ele subir no palco ou participar devido a sua suposta saúde mental. Alguém vai responder sobre este crime real”, garantiu.