“Esse governo é nocivo de uma forma maligna para a cultura”, diz Paulo Betti

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Reprodução Instagram Mídia Ninja
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Ativo politicamente, mas não só nas redes sociais, Paulo Betti, que esteve presente em praticamente todas as manifestações em atos contra o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) participou neste sábado, 24, de mais um movimento político. Presença constante, Dada Coelho também fez coro no “Fora Bolsonaro” ao lado do artista.

Outros dois manifestantes, Tony Bellotto e Malu Mader também se posicionaram. Outra voz ativa é da atriz Julia Lemmertz que postou alguns vídeos durante a manifestação. “Lute como uma mulher indígena”, mensagem escrita na camiseta da atriz que estava acompanhada por quatro amigos, todos usavam máscaras.

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Vestindo uma camiseta vermelha e segurando a bandeira do Brasil, o ator e diretor, já deixou claro o seu posicionamento político. Em suas publicações, ele já postou foto ao lado do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva. “A esperança de volta”, escreveu na legenda da foto.

Em sua conta do Instagram, Paulo compartilhou um vídeo em que logo atrás vinha uma faixa preta enorme escrito: “As revoluções são impossíveis até que se tornem inevitáveis”, frase de Leon Trotsky. Durante os protestos, o intérprete de Jonas de ‘A Vida Gente’ falou o que pensa sobre a união na classe artística.

“A classe artística tem uma compreensão, eu acho quase que unânime, de que esse governo é nocivo de uma forma maligna para a cultura”, disse ele que em 1989 ajudou a produzir o clipe do jingle “Lula Lá”, quando fez parte da campanha presidencial.

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