Esmalte detector de drogas de "Fique Comigo" existe em projeto da vida real

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Imagem de "Fique Comigo". Foto: Divulgação/Netflix

Resumo da notícia:

  • Esmalte detector de drogas de "Fique Comigo" existe em projeto da vida real

  • Cena do segundo episódio exibe Bea usando o produto para impedir que a amiga seja dopada

  • Esmalte foi idealizado em projeto de 2014, mas nunca chegou a ser comercializado

A trama de suspense de "Fique Comigo" ganhou o público da Netflix nos últimos dias e um detalhe no segundo episódio da série não passou despercebido. Um esmalte usado pela personagem Bea, vivida por Rachel Andrews, é capaz de detectar drogas - e o produto existe em um projeto da vida real. 

A cena em questão, exibe as jovens Bea e Kayleigh, vivida por Bethany Antonia, no Clube Vipers em busca da protagonista Megan. No local, elas encontram com Carlton, que oferece a Kayleigh um drinque na tentativa de conquistá-la.

Mas Bea fica desconfiada com a bebida, coloca o dedo no drinque e a mágica acontece. Seu esmalte muda de cor e ela comprova que a bebida havia sido adulterada por algum tipo de entorpecente. Na sequência, ela troca o copo da amiga com o de Carlton e ele acaba tomando o próprio veneno. 

Em 2014, quatro estudantes da Universidade de Carolina do Norte criaram um projeto para a criação de um esmalte igual ao exibido na série. O produto faz com que mulheres se protejam de possíveis dopagens sequenciadas por estupros.

Apesar de criado, o esmalte nunca chegou a ser comercializado de fato. O grupo da cientistas acabou criando o SipChip, um pequeno teste de bolso que analisa em segundos a presença de drogas em bebidas.

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