Eleições: como Anitta, você também pode buscar conhecimento político

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Semanas antes das eleições de 2018, que estavam entre Fernando Haddad (PL) e Jair Bolsonaro (até então no PSL), o movimento #EleNão contra o candidato de direita cresceu e artistas começaram a apoiar a hashtag e Anitta foi uma das que mais causou no tema.

Isso porque a cantora foi convidada publicamente por Daniela Mercury e, após dias de silêncio de reflexão, compartilhou um vídeo ressaltando que não era apenas uma hashtag que representava uma posição política. "As nossas atitudes também mostram a nossa luta contra o preconceito, o racismo, o machismo, a homofobia", afirmou.

2019

Desde então, com a vitória de Jair Bolsonaro nas urnas eletrônicas e início de seu mandato no executivo, Anitta manteve sua posição questionando o político eleito sobre situações que não concordava. Indagar e cobrar de políticos eleitos, que são servidores públicos, é dever de qualquer cidadão.

Um dos primeiros atos da gestão, sobre a Cultura, foi anular um edital de séries com temática LGBTQIA+ para TVs públicas. "Perguntei a eleitores do senhor que não são heterossexuais. Alguns me disseram que o senhor explica tudo em uma live semanal e que as razões eram por conta de verba pública; outros pelo conteúdo ser zero relevante ou de baixo nível; outros me disseram que foi para todo tipo de conteúdo de 'baixo nível', não só LGBT; outros não souberam como opinar. Mas então fiquei confusa. Se a questão é verba ou conteúdos de 'baixo nível', porque o...

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