'Ela queria ser a Beyoncé do Reino Unido', diz informante sobre Meghan Markle

'Ela queria ser a Beyoncé do Reino Unido', diz informante sobre Meghan Markle
Duquesa Meghan credit:Bang Showbiz
Duquesa Meghan credit:Bang Showbiz

A duquesa Meghan supostamente sonhava em ser "a Beyoncé do Reino Unido" quando se casou com o príncipe Harry.

Segundo fontes próximas à família real britânica, a esposa do duque levou um banho de água fria quando se deparou com as regras e protocolos impostos a membros da realeza, e, mesmo depois que ela e o marido decidiram se afastar de seus deveres oficiais, em janeiro de 2020, eles foram informados de que precisavam obedecer a um código de conduta rigoroso.

Em um trecho do aguardado livro 'Courtiers: The Hidden Power Behind the Crown' [Cortesãos: o poder secreto por trás da coroa, em tradução livre], escrito por Valentine Low, o informante explicou: "Creio que Meghan pensava que seria a Beyoncé do Reino Unido. Ser parte da família real lhe daria essa glória. Entretanto, o que ela descobriu foi que havia um número tão ridículo de regras e que ela não podia sequer realizar projetos como pessoa física, o que foi difícil. Foi preciso que os conselheiros se sentassem ao redor de uma mesa e dissessem: 'Então, o que vamos fazer sobre isso? O que você precisa para se sentir melhor? E o que podemos conceder".

De acordo com um excerto do livro explosivo - o qual foi publicado pelo jornal Sunday Times -, a equipe real apresentou cinco cenários para Harry e Meghan depois que eles expressaram sua intenção de deixar a realeza, entre eles, continuar como membros oficiais, mas com um mês de folga por ano, ou passar a maior parte do tempo curtindo a vida longe dos holofotes, mas concordando com um número seleto de deveres oficiais.

No entanto, em última análise, caberia à rainha Elizabeth concordar ou não com as alternativas sugeridas.

"Até o final da semana, os cinco cenários foram elaborados. A percepção do Palácio era de que o tempo que Harry e Meghan passassem longe dos deveres reais, qualquer coisa que fizessem neste ínterim repercutiria na instituição. Isso significava que as regras habituais sobre o comportamento real se aplicariam: eles não deveriam agir ou tomar decisões para obter benefícios financeiros ou outros lucros materiais para si mesmos, sua família ou seus amigos. Porém, o casal queria sua liberdade: liberdade para ganhar dinheiro, autonomia para discutir sobre política americana. Não havia como os dois lados chegarem a um acordo nesse ponto. Por fim, foi a rainha que considerou que, a menos que o casal estivesse preparado para cumprir as restrições que se aplicavam aos membros da família real, eles não poderiam exercer funções oficiais", finalizou a fonte.