Dra. Paola Torres discute o preconceito na medicina: "O médico que é artista é um bom médico?"

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O ‘É Normal?’ desta semana recebe a oncologista Dra. Paola Torres para discutir preconceito na medicina. A especialista usa literatura de cordel, a música, as cores e o sol da cultura nordestina para falar de câncer, e explica que a arte não é só importante para explicar a vida, mas também a medicina.

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Mas ser uma mulher, médica, cordelista no sertão do Ceará não foi fácil. “Existe muito preconceito ainda, por incrível que pareça”, revela a doutora.

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Para Dra. Paola, o fato de que a primeira pessoa a realizar um transplante no Brasil tenha sido mulher, e que ela tenha saído do Brasil por causa do preconceito, diz muito sobre a realidade da medicina.

“Mary Evelyn Flowers foi para Seattle, nos Estados Unidos, de onde recebe convites para palestrar no Brasil sempre, mas ela foi embora para os EUA porque sofreu preconceito aqui”.

E a pioneira não foi a primeira ou a última. “Nós, mulheres, temos que cavar trincheiras, desbravar mares bravios. Precisamos entrar com nossa jangada, de corda no dente, leme na mão e vento na vela no mar do machismo estrutural para chegarmos a nossos portos”, diz a Dra. Paola.

Mas a batalha da médica não é só contra o machismo, mas também contra valores e ideias antiquadas que colocam dúvida sobre seu modo de trabalho como oncologista e artista. Confira no vídeo acima.

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