Dono da Havan, Luciano Hang perde R$ 5 bilhões em um ano

Redação Finanças
·1 minuto de leitura
Luciano Hang, co-founder of Grupo Havan, Brazil's President Jair Bolsonaro and Brazil's Economy Minister Paulo Guedes are seen before launching ceremony of the Voo Simples program, which are a set of measures to modernize rules and reduce costs in the general aviation sectors, at the Planalto Palace in Brasilia, Brazil, October 7, 2020. REUTERS/Ueslei Marcelino
O empresário Luciano Hang (à esquerda) é grande apoiador do presidente Jair Bolsonaro (Ueslei Marcelino/Reuters)
  • Empresário Luciano Hang perdeu R$ 5 bilhões em um ano

  • Dono da rede Havan agora tem R$ 15,1 bilhões

  • Ele é um dos maiores apoiadores do presidente Bolsonaro desde as eleições presidenciais

O empresário Luciano Hang, dono da rede de lojas Havan, perdeu US$ 900 milhões (cerca de R$ 5 bilhões na cotação atual) da fortuna que tinha em 2020. A redução do patrimônio fortuna de um dos maiores apoiadores do presidente Jair Bolsonaro foi de US$ 3,6 bilhões (R$ 20,2 bilhões) para US$ 2,7 bilhões (R$ 15,1 bilhões), segundo a Forbes Brasil.

Leia também:

Com isso, Hang vai para a 1174º posição do ranking de bilionários do mundo todo. Ele apareceu na lista pela primeira vez em 2019, ocupando o 1057º lugar. À época, ele era dono de cerca de US$ 2,9 bilhões (R$ 16,3 bilhões na cotação atual).

Outros bilionários brasileiros

Em 2020, Joseph Safra era o brasileiro mais rico a compor a lista. Entretanto, com a morte do fundador do banco Safra, quem ocupa o topo do ranking são Jorge Paulo Lemann e família, com uma fortuna de US$ 16,9 bilhões. O empresário e megainvestidor agora está em 114º lugar na lista mundial.

Depois dele, vem seu sócio AB Inbev, Marcel Herrmann Telles, com um patrimônio de US$ 11,5 bilhões (R$ 64,3 bilhões) e leva e o 191º lugar no ranking global. O 3º entre os brasileiros mais ricos são Jorge Moll Filho e família, donos de uma fortuna de US$ 11,3 bilhões (R$ 63,2 bilhões). O médico e fundador da rede D'Or ocupa 194ª posição.