Diretor de ‘Pacto Brutal’ ficou chocado durante produção

Quando Daniella Perez foi assassinada, em dezembro de 1992, diversas personalidades e até revistas impressas criavam factóides que colocavam a autora Glória Perez com alguma culpa pelo crime que sofrido pela filha. Para Guto Barra, o diretor do documentário 'Pacto Brutal', este foi uma das coisas que mais o deixou chocado durante a produção.

'Pacto Brutal: O Assassinato de Daniella Perez' precisou de menos de um mês pra se tornar a produção original mais assistida da HBO Max no Brasil.

O documentário narra o assassinato da filha da escritora Glória Perez por Guilherme de Pádua e sua esposa na época, Paula Thomaz. Ambos foram condenados pelo crime e ficaram pouco mais de 6 anos na cadeia.

Em entrevista ao Pod Assistir, a diretora Tatiana Issa explicou que uma das motivações para a série foi justamente desmentir as mentiras que foram contadas na época. Como Daniella e Guilherme eram uma espécie de casal na novela 'De Corpo e Alma', a imprensa na época especulou uma série de fatos que misturavam ficção e realidade.

Daniella Perez foi assassinada em 28 de dezembro de 1992, aos 22 anos de idade.

Este vídeo é um corte do Pod Assistir, nosso podcast sobre o melhor do entretenimento e do streaming. Confira na íntegra: