Diniz/Luciano é um dos exemplos do técnico que faz um jogador médio evoluir bastante

Alexandre Praetzel
·2 minuto de leitura
Luciano virou o maior exemplo de crescimento individual com um treinador que lhe dá confiança. Foto: Marcello Zambrana/AGIF
Luciano virou o maior exemplo de crescimento individual com um treinador que lhe dá confiança. Foto: Marcello Zambrana/AGIF

Gosto de analisar trabalhos dos técnicos pelos legados e crescimentos que eles conseguem com os profissionais que eles comandam. Há exemplos recentes de parcerias positivas no futebol brasileiro.

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No São Paulo, Fernando Diniz tem uma grande sintonia com Luciano. O atacante foi razoável no Corinthians, evoluiu no Fluminense(com Diniz), mas não manteve o nível no Grêmio. Diniz pediu sua contratação e Luciano chegou ao tricolor na troca por Éverton. Bastaram alguns jogos para Luciano desandar a fazer gols e se tornar um nome decisivo para o time. A dupla Diniz/Luciano pode ser referência para outras que apareceram em algumas equipes. Confira abaixo.

Leia também:

Sampaoli/Pituca/Sasha - O argentino fez Pituca e Sasha crescerem bastante como titulares, com atuações e desempenhos muito bons pelo Santos, em 2019;

Coudet/Thiago Galhardo - O ex-técnico do Inter pediu a contratação do meia-atacante e o transformou num jogador protagonista e importante. Galhardo viveu seu melhor momento e virou goleador do Brasileiro, parando na Seleção Brasileira de Tite;

Abel Ferreira/Cebola/Raphael Veiga - O português acertou a posição de Veiga, com o auxílio de Cebola, no Palmeiras. O meia foi adiantado para explorar sua qualidade técnica com passes e finalizações, mais próximo da área. Veiga foi o melhor atleta palmeirense nos últimos quatro jogos;

Thiago Nunes/Carlos Augusto - O ex-treinador corintiano firmou Carlos como titular e viu o jovem da base mostrar qualidades como lateral ou “terceiro” zagueiro. Carlos foi negociado para o Monza, da Itália;

Odair Hellmann/Dodi - O Fluminense perderá Dodi de graça, depois do volante/meia apresentar grande crescimento técnico com Odair Hellmann. O garoto se projetou entre os titulares e não saiu mais. Vai para um time do exterior por determinação dos seus empresários, sem acordo com o Flu.

O blog citou alguns exemplos lembrados e outros devem existir, sem nenhuma dúvida. Agora, treinadores são reconhecidos e valorizados por resultados internos, também. Isso passa pelo dia a dia e visão de que nomes “comuns” e sem badalações podem se tornar importantíssimos com boas orientações e conhecimento dos seus comandantes.

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