Dinho Ouro Preto relembra vício em drogas: "incrível ter sobrevivido"

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Dinho Ouro Preto (Foto: Reprodução/Instagram @dinhoouropreto)
Dinho Ouro Preto pisca o olho esquerdo e deixa o direito entreaberto em selfie (Foto: Reprodução/Instagram @dinhoouropreto)

Resumo da notícia:

  • Dinho Ouro Preto relembrou vício em drogas em entrevista a podcast

  • Líder do Capital Inicial afirma que buscou álcool e cocaína para lidar com a sua insegurança como músico

  • Fiquei nessa loucura de uns 3 a 4 anos. É incrível eu ter sobrevivido", disse o cantor

Dinho Ouro Preto relembrou o período em que sofreu com o vício em drogas. Em entrevista ao podcast Podpah, o líder do Capital Inicial disse que buscou refúgio no álcool e na cocaína para lidar com a sua insegurança como músico no início dos anos 1990.

"Eu saí do Capital em 1993. A banda virou uma descida para o inferno e os excessos ficaram cada vez piores," disse o músico, hoje aos 57 anos. "Era muita coisa acontecendo ao mesmo tempo. Esse período foi uma coisa quase fora de foco. Fiquei nessa loucura de uns 3 a 4 anos. É incrível eu ter sobrevivido."

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O cantor lembrou que sofreu com o sucesso repentino, já nos anos 1980. "No 1º álbum (1986), o Capital Inicial já bombou. E acho que eu não estava preparado. Aí foram muitos excessos, muitas drogas.. Não sei se todos faziam, mas eu fazia isso mais para afogar essa noção que eu tinha de não estar à altura do desafio, sendo imaturo musicalmente e em todos os sentidos também," disse Dinho.

Ele continuou: "Eu tinha 21 anos quando gravamos o 1º disco do Capital. E eu achava que não tinha a manha musical; de não saber compor, não saber cantar. Eu sabia que eu não sabia, e achava que todos em volta de mim [percebiam], pois dava para ver que eu não sabia. Estava na cara. Eu precisava de muito mais tempo de 'porão' até aprender", analisou.

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O roqueiro acredita que a sua vida só entrou no eixo após conhecer a sua esposa Maria Cattaneo, com quem se casou em 1995 e vive até hoje. "Um pouco depois disso [da fase pesada com drogas] eu conheci a minha mulher. Foi a minha salvação. A partir dali eu comecei a reconstruir a minha vida. E, quando eu voltei para o Capital, anos depois, voltou tudo diferente", finalizou.

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