Dia do Sexo: sexólogas dão dicas para comemorar a data em grande estilo

Dia do Sexo é comemorado no dia 6 de setembro

Em referência a conhecida posição sexual “69”, o dia 6 de setembro (6/9) foi batizado como o Dia do Sexo. Criado para uma campanha de marketing de uma marca de preservativos, a data vem sendo comemorada desde 2009 no Brasil.

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Para a sexóloga e doutora em ciências pela USP (Universidade de São Paulo) Margareth dos Reis, um dia dedicado a um tema específico é sempre um convite para a reflexão. “O que desejamos a todos neste dia é que possam contemplar o direito de exercer a sua sexualidade em sintonia com todas as esferas da vida (social, emocional e erótica).

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Caminhos para o orgasmo

Sexóloga pela USP e psicóloga pela PUC (Pontifícia Universidade Católica) do Paraná, Ana Luiza Garcia diz que o orgasmo tem total relação com liberação, permissão, aceitação, autoconhecimento, prática, relaxamento e entrega.

Liberação dos desejos, fantasias e instintos

Permissão para sentir prazer, para mexer o corpo, emitir sons, ser verdadeiro consigo mesmo sem se preocupar com a torcida.

Aceitação para com o seu biotipo

Brasil comemora o Dia do Sexo em setembro (Photo By Education Images/UIG via Getty images)

Esqueça pequenas imperfeições físicas e qualquer outra coisa que faça você se julgar desnecessariamente.

Autoconhecimento

É preciso entender o que você curte e não curte no encontro sexual, conseguindo dar vazão às suas vontades, respeitando seus limites.

Praticar é sempre bom

Para você perceber que até para ter orgasmo tem que treinar, tem que se masturbar, tem que explorar o corpo e descobrir sua individualidade sexual.

Relaxamento

Fundamental para abrir caminho ao prazer, diminuindo assim a exigência com sua performance e qualquer outra preocupação.

Reciprocidade e liberdade

Para Margareth dos Reis afirma que as relações de intimidade, de amor e de prazer, independente da orientação sexual de cada um, devem ser exercidas com reciprocidade de liberdade, respeito e segurança.

Qualidade é melhor do que quantidade

Margareth dos Reis defende que a conquista do bem estar sexual deve ser cultivada continuamente, mas não se deve fazer disso uma obrigação. “Não confunda quantidade com qualidade”, afirma.