Deslumbrante, Zendaya é capa da edição de fevereiro da revista GQ; veja fotos!

Guilherme Araujo
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Em fevereiro, atriz lança filme gravado na quarentena (Foto: Divulgação)
Foto: Divulgação

A revista britânica GQ revelou ao mundo nesta segunda-feira (11) a capa da edição de fevereiro. Quem posa para as lentes do fotógrafo Tyrell Hampton é ninguém menos que Zendaya, estrela de “Euphoria“.

Em uma sessão bastante sóbria, a artista ostenta visuais que mesclam o clássico e o despojado em combinações acessíveis para o dia a dia. Além de peças como calças de moletom, é possível notar toda a versatilidade de blazers e camisas de alfaiataria.

Na conversa, feita por internet, a intérprete de Rue falou sobre como se sentiu ao entrar em lockdown por conta da pandemia. “Pela primeira vez me peguei pensando ‘Okay, quem sou eu sem isso’ [referindo-se à liberdade]. É algo assustador se confrontar assim e trabalhar nesse meio tempo, porque eu não sei quem é a Zendaya que está dentro da Zendaya que trabalha”.

Também houve espaço para os novos trabalhos e alguns contrapontos. No próximo dia 5 de fevereiro, a vencedora do Emmy de Melhor Atriz em 2020 estrela uma nova produção ao lado de John David. Trata-se do longa “Malcolm & Marie”, projeto que conta a história de um cineasta e sua namorada que retornam para casa após a festa de lançamento do mais novo filme do criador.

Cercados pela expectativa de uma grande estreia, eventualmente um sucesso de público e crítica, ambos são pegos de surpresa por uma série de revelações que faz com que ambos questionem o próprio relacionamento.

Logo, se você assistiu à série da HBO, sabe que se tratam de duas personagens bem distintas, o oposto uma da outra. Questionada pela GQ sobre o que a atraiu no roteiro, Zendaya citou o caráter libertador de assumir a interpretação de alguém que foge àquilo do qual se está acostumado.

“Marie me deu a oportunidade de usar essas palavras de uma certa maneira. Eu não grito. Não sou uma pessoa muito argumentativa, mas é bom apenas liberar a merda e ser capaz de alcançar um mote. Seria esta a palavra certa?”, explica. “Quis usá-la apenas como recipiente para tirar alguma merda que talvez eu tenha reprimido ou não tenha dito.”

A entrevista completa, em inglês, pode ser lida neste link.