O Derby paulistano mais imprevisível em 103 anos

Mauro Beting
·2 minuto de leitura
Edmundo x Tévez, Palmeiras x Corinthians em 2006 - e desde 1917 - FOTO FACEBOOK CORINTHIANS
Edmundo x Tévez, Palmeiras x Corinthians em 2006 - e desde 1917 - FOTO FACEBOOK CORINTHIANS

Eu não lembro provavelmente nem os elencos completos de Corinthians x Palmeiras pós-pandemia. O que eles precisam fazer para se classificar no SP-20. Quantas rodadas faltam para completar a primeira fase. Quem tem condição de jogo. Como voltam depois de tanto destreinamento. Como vão se recuperar animicamente. Clássico sem torcida. E que clássico. E que torcidas!

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Muita coisa não sabida. Mas mesmo se soubéssemos, seguiríamos sem saber lhufas.

Como bem define o melhor futebólogo atual, o professor português Manuel Sérgio: "Quem só sabe de futebol não sabe nada de futebol".

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E muito menos da vida.

Se desde o primeiro Derby paulistano não se sabia o que seria lá em 1917, pouco antes da Gripe Espanhola devastadora, este último é menos previsível ainda pós-pandemia. Tivesse a bola rolado sem o que sofremos, pela decepção que vinha sendo o Timão de Tiago, pelo desempenho do Verdão de Luxemburgo, pela imperiosa necessidade de vitória alvinegra, pela real intenção alviverde de atazanar o rival (e vive-versa e campeão proseia), maiores chances palmeirenses de vitória em março.

Agora, no final de julho, quem garante qualquer coisa?

Nesta quarta-feira posso me encastelar no meu Muro Beting e decretar com gosto e ainda mais razão: "não tenho a menor ideia do que vai acontecer".

Já posso me candidatar a ministro.

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