Dennis lança música com Ludmilla e Xamã: "Todo solteiro tem seu contatinho"

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Ludmilla, Dennis e Xamã nos bastidores do clipe (Foto: Fernando Schlaepfer/@anendfor)
Ludmilla, Dennis e Xamã nos bastidores do clipe (Foto: Fernando Schlaepfer/@anendfor)

Dennis acaba de lançar sua aposta para o verão de 2021 em uma parceria com Ludmilla e Xamã. A música ‘Deixa de Onda’ mistura funk com trap e fala sobre uma mulher solteira, empoderada, que dá fora nos homens porque já tem seus contatinhos.

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Composta e produzida pelo DJ, ‘Deixa de Onda’ era para ser uma mistura de sertanejo com funk, mas Dennis achou que a canção ficou a cara de Ludmilla. “Ficou para cima demais. Tinha que ser a Lud”, diz ele, que vê o funk como um ritmo em metamorfose.

“Antigamente não era assim. As pessoas tinha preconceito com o funk, mas o funk nunca teve preconceito com ninguém. A gente ganha aí. Vem o nordestino com o brega funk e a gente aceita. Vem a rave misturada com o funk e a gente aceita. O sertanejo foi outro ritmo que abriu as portas. Não é uma nova tendência, mas é o que a galera curte agora”, defende o músico.

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Dennis está em um relacionamento sério, mas se inspirou em amigos solteiros para escrever a canção. Segundo ele, o artista precisa ser antenado e reproduzir o que o público quer ouvir mesmo que não esteja naquela fase. “Preciso falar a linguagem do povo. Todo solteiro tem contatinho, peguete. A gente ouve as histórias e transforma em som. O cara que tá vivendo tem mais facilidade, por isso dou preferência para juntar com quem tá lá solteiro para ajudar na composição”, afirma.

Para o clipe, o DJ conta que pensou desde o início em focar no empoderamento feminino. “A mulher dá um fora no Dennis, no Xamã. Ela tem os contatinhos dela. A gente está no século 21, todo moderno, tudo mudado. Sem hipocrisia. As pessoas que são solteiras tem seus contatinhos aqui e ali. O cara liga, quer transar e ela não quer. Normal”, opina ele, que quis trazer um funk dançante, mas garantindo letra.

“O desafio é sempre trazer um conteúdo a mais para não ser só ‘senta, senta ou chão, chão’. Nada contra, mas é legal sair do óbvio”, afirma, cheio de projetos para o futuro. “Ainda quero acertar um reggaeton na veia que misture com o funk. Afrobeat é um som que também curto bastante. Estou falando com alguns artistas africanos. O resto acho que já misturei tudo”, avalia, animado.

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