Dead Space Remake: Preview final - Vale a pena retornar ao espaço?

Alguns dias antes de visitar a EA Motive para nosso IGN First focado em Dead Space, jogamos o game original pela primeira vez desde 2008. Pretendíamos jogar apenas a primeira hora ou mais, mas sete horas depois ainda nos vimos em uma luta com o cadáver enferrujado do USG Ishimura. Sempre soubemos que Dead Space era um clássico moderno, porém ficamos surpresos com o quão bem ele se manteve todos esses anos depois. Então, fomos ao encontro dos desenvolvedores com uma mentalidade um tanto cínica: qual era o sentido de refazer algo que continua tão brilhante?

Depois de jogar as mesmas sete horas do remake, achamos que podemos estar convencidos. De muitas maneiras, Dead Space é o remake de um purista; estimaríamos que cerca de 85% do que experimentamos foi idêntico ao jogo original, apenas com visuais muito superiores. Mas são os outros 15% que fazer a pergunta silenciosa: esse remake poderia ser genuinamente melhor do que seu progenitor?

Muitas dessas mudanças são melhorias de jogabilidade, várias das quais são extraídas diretamente de Dead Space 2. As sequências de gravidade zero agora permitem que você possa se mover livremente em todas as direções, em vez de pular de uma superfície para outra. Isso obviamente permite uma melhor sensação de liberdade, contudo os segmentos redesenhados em torno dessa habilidade são notavelmente mais interessantes do que sua contraparte original. O quebra-cabeça do gerador de centrífugas no capítulo três agora é um espetáculo genuíno, enqu...

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