Em vídeo, Damares acusa opositores de contaminar indígenas com coronavírus

Ministra Damares Alves ainda expressou preocupação com aborto ser permitido para pessoas infectadas pelo coronavírus (Foto: Valter Campanato/Agencia Brasil vía AP)

Durante a reunião ministerial do dia 22 de abril — cujo vídeo foi divulgado pelo ministro do STF Celso de Mello nesta sexta-feira (18), a ministra da Mulher e Direitos Humanos, Damares Alves, acusou opositores de infectarem indígenas com coronavírus de propósito para poder “colocar nas costas do presidente Bolsonaro”.

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“E por que que nós fomos lá, presidente? Porque nós recebemos a notícia que haveria contaminação criminosa em Roraima e Amazônia, de propósito, em índios, para dizimar aldeias e povos inteiro para colocar nas costas do presidente Bolsonaro”, disse a ministra.

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Damares ainda pediu ao então ministro da Saúde, Nelson Teich, que não deixe liberarem o aborto. “Neste momento de pandemia a gente tá vendo aí a palhaçada do STF trazer o aborto de novo para a pauta, e lá tava a questão de ... as mulheres que são vítima do zikavírus vão abortar, e agora vem do coronavírus? Será que vão querer liberar que todos que tiveram coronavírus poderão abortar no Brasil? Vão liberar geral?”, questionou.

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A ministra ainda disse que o ministério da Saúde está “lotado de feminista que tem uma pauta única, que é a liberação de aborto”. “Quero te lembrar, ministro, que tá chegando agora, este governo é um governo pró-vida, um governo pró-família”, disse a Teich.

Damares ainda opinou que, durante a pandemia do coronavírus, “nunca houve tanta violação como neste período”. “Idosos estão sendo algemados e jogado dentro de camburões no Brasil. Mulheres sendo jogadas no chão e sendo algemadas por não terem feitos nada... feito nada”, disse a ministra.

“A pandemia vai passar, mas governadores e prefeitos responderão processos e nós vamos pedir inclusive a prisão de governadores e prefeitos. E nós tamo subindo o tom e discursos tão chegando. Nosso ministério vai começar a pegar pesado com governadores e prefeitos”, afirmou.

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