Cyberpunk Mercenários: Como foi adaptar sexo, drogas e violência no anime?

Todo mundo que jogou Cyberpunk 2077 sabe que o universo do game é composto por sexo, drogas e MUITA violência. Dito isso, é de se imaginar que adaptar isso para um anime da Netflix não seria das tarefas mais fáceis, certo? Em entrevista ao IGN Brasil, Masahiko Otsuka, roteirista de Cyberpunk: Mercenários e co-fundador do Studio Trigger, revelou como foi o desafio de adaptar a trágica Night City para a produção da Netflix.

Masahiko Otsuka, roteirista do anime e co-fundador do Studio Trigger | Crédito: Netflix / Studio Trigger
Masahiko Otsuka, roteirista do anime e co-fundador do Studio Trigger | Crédito: Netflix / Studio Trigger

"Existem muitas expressões violentas que seriam consideradas restritivos de idade, mas estávamos conscientes da necessidade de retratar os efeitos e as consequências das drogas, violência explícita e outros temas adultos em vez de apenas incluí-los como temas de choque", revelou Otsuka.

"Quando li a primeira história apresentada pela CD Projekt Red, percebi que eles buscavam algo diferente e além da típica narrativa animada [...] Em termos de história, tentamos não ser limitados por expressões convencionais de anime, mas também estávamos conscientes de não nos aventurarmos muito em áreas que são difíceis para o anime em termos de técnica. Mesmo assim, acho que estabelecemos um alto padrão para a equipe de direção", completou.

Sobre a primeira impressão que teve do jogo, Otsuka foi categórico. "Quando o projeto Mercenários começou, o desenvolvimento do game ainda não tinha sido concluído. Eu não me senti tão atraído pelo jogo desde o início, ma...

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