Pele, respiração e alimentação: Os cuidados que o corpo pede durante o outono

Como se cuidar agora que o outono chegou? Foto: Getty Images

Por Fernanda Lopes

Você já deve ter percebido as mudanças climáticas que surgiram com a chegada do outono: tempo mais seco, amplitude térmica (quando a temperatura se altera muito ao longo do dia) e queda no termômetro. O corpo também sente essas mudanças, que têm efeitos na pele e no funcionamento geral do organismo.

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Para manter a saúde e até mesmo a beleza, é preciso se atentar a algumas medidas que devem ser tomadas. Antes de tudo, a dica de beber água é válida em toda época do ano, e no outono é imprescindível. A umidade relativa do ar fica mais baixa, por isso não dá para esquecer da hidratação.

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“A água é fundamental para nosso organismo como um todo, para manter nossas funções vitais. Para repor a hidratação perdida pelo clima mais seco dessa estação, devemos repor água de fora para dentro (aumentando a ingestão de água) e de fora para dentro (aplicando bons hidratantes)”, diz a dermatologista Carla Albuquerque. 

Quem não toma bastante água (a médica recomenda dois litros por dia) pode apresentar problemas de pele no outono, desde uma aparência opaca e ressecada até descamações e rachaduras. Para complementar os cuidados, além dos cremes hidratantes Carla indica a aplicação de séruns com componentes antioxidantes, como vitamina C e ácido ferúlico. “Eles têm ação antirradicais livres e ajudam a combater os efeitos nocivos do sol e da poluição na pele”, explica. 

O uso de ar condicionado também pode ser prejudicial à pele, por aumentar o ressecamento. A dermatologista sugere a substituição, neste período, pelo umidificador de ar, que melhora a climatização do ambiente. 

Outra dica muito importante de Carla pode ser um desafio para muita gente, já que as temperaturas estão mais baixas: evitar banhos muito quentes e longos. “Eles “roubam” a hidratação natural da pele, deixando-a mais ressecada”, alerta. 

A chegada do frio frequentemente traz consigo as detestadas crises de alergia, como a rinite alérgica. Novamente, a hidratação se faz importante, também com higienização e umidificação das narinas. Mas a alimentação também pode influenciar positivamente.

“Alguns alimentos têm em sua composição substâncias antialérgicas naturais, minerais e vitaminas que ajudam a manter o organismo mais forte”, afirma a endocrinologista Lúcia Carpilovsky. Alguns desses alimentos são: cebola, couve, abacate, brócolis, laranja, alho, maçã e salsa. 

Ainda assim, Lúcia ressalta que uma boa alimentação deve ser complementada com um estilo de vida saudável e prática de atividades físicas, ao longo de todo o ano. 

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