De “The Crown” a “Os Simpsons”, Hollywood abraçou - e satirizou - a rainha Elizabeth

A rainha britânica Elizabeth 2ª. Imagem de arquivo. REUTERS/Alessia Pierdomenico/Arquivo

Por Lisa Richwine

LOS ANGELES (Reuters) - A rainha britânica Elizabeth fascinou roteiristas e atores de Hollywood durante seu reinado de sete décadas, e foi retratada nas telas em dramas que venceram prêmios, em animações e até mesmo em um quadro de comédia do programa norte-americano "Saturday Night Live".

A monarca, que morreu nesta quinta-feira aos 96 anos, é a personagem central da série de televisão "The Crown", da Netflix, que já conquistou o prêmio Emmy.

Claire Foy ganhou duas vezes o Emmy e um Globo de Ouro no papel da jovem Elizabeth, que se tornou rainha de repente, aos 27 anos. Olivia Colman assumiu o papel nas temporadas posteriores, e Imelda Staunton a interpretará na quinta temporada da série, que deve estrear em novembro.

Quando Foy ganhou o Globo de Ouro em 2017, ela agradeceu várias "mulheres extraordinárias", incluindo a rainha Elizabeth.

A também atriz britânica Helen Mirren levou para casa a estatueta do Oscar por fazer o papel de Elizabeth no filme "A Rainha", de 2006, que focou na resposta da monarca à morte inesperada da princesa Diana.

Nem todo o tempo da rainha nas telas aconteceu em dramas sérios. A animação “Os Simpsons” a integrou a vários episódios durante suas 33 temporadas.

Vanessa Redgrave fez a voz da rainha Elizabeth em um dos filmes da franquia "Carros", da Pixar, quando a monarca - aparecendo como um carro luxuoso com uma coroa - presidiu uma corrida em Londres.

E o comediante Fred Armisen satirizou a rainha como uma monarca rabugenta em vários esquetes do "Saturday Night Live", incluindo um no qual a fictícia rainha manda um Elton John verdadeiro não tocar suas músicas "de merda" em um casamento real.

(Reportagem de Lisa Richwine)

((Tradução Redação São Paulo))

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