Coronavírus: Companhias aéreas brasileiras reduzem voos em até 70%

Gol sofre com coronavírus e corta 70% dos voos (Foto: Fabrizio Gandolfo/SOPA Images/LightRocket via Getty Images)

A pandemia do coronavírus está causando danos às companhias aéreas brasileiras. Após a anúncio do fechamento de fronteira da Europa, Gol e Latam — as duas maiores do Brasil — anunciaram que devem reduzir em até 70% a oferta de voos até junho.

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A Latam Airlines informou que a queda de demanda pelos passageiros vai gerar um corte na capacidade de rotas internacionais de 90%, enquanto nas domésticas será de 40%.

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“Se as restrições de viagens sem precedentes forem estendidas nos próximos dias, não descartamos sermos forçados a reduzir ainda mais nossas operações”, disse Roberto Alvo, atual vice-presidente de negócios e próximo diretor-presidente.

O executivo, que assume o comando da empresa em 31 de março, não informou se haverá cortes na empresa. “Estamos trabalhando para garantir a sustentabilidade a longo prazo do grupo e proteger os empregos dos 43 mil funcionários da Latam”, afirmou Alvo.

Corte nos voos da Gol

A Gol explicou que a redução de voos no mercado doméstico será na faixa de 50% a 60%. No mercado internacional, o corte será maior, de 90% a 95%.

A empresa disse que até fevereiro não tinha tido impacto negativo, porém os primeiros resultados de março geraram reavaliação da estratégia.

“Vários cenários foram analisados e gatilhos específicos definidos para executar outras ações. A Gol está pronta para ajustar sua oferta de voos de maneira ágil e racional, até que os níveis de demanda de clientes voltem à normalidade. A companhia ainda possui a habilidade para implementar, prontamente, ajustes mais severos e necessários, sem ter que revisar os seus planos de frota ou estrutura corporativa”, diz o comunicado.

Remarcação de voos

A Latam está permitindo que clientes de voos internacionais e doméstico poderão reprogramar seus bilhetes até 31 de dezembro, sem custo adicional. Já a Gol liberou cancelamento com crédito para voos futuros ou remarcação sem custo em até 330 dias para passagens compradas até 14 de maio.

Com informações do Valor Econômico

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