Criador de Chucky diz que franquia se tornou um símbolo da luta por direitos LGBTQ+

Cena de O Filho de Chucky (reprodução)

Don Mancini, criador dos filmes Brinquedo Assassino, disse em entrevista ao site SyFy Wire que acredita que a saga não representa mais apenas uma crítica ao consumismo, como se dizia na década de 1980. Segundo ele, os filmes se tornaram com o tempo, também, um símbolo da luta por direitos LGBTQ+.

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"Nós abraçamos, com o passar dos filmes, uma identidade gay muito específica para a franquia. Eu acho que precisamos sempre estar atentos ao que está acontecendo na cultura, na sociedade. Usar o Chucky para isso foi divertido", afirmou o cineasta.

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Assumidamente gay, Mancini deixou isso bem claro em O Filho de Chucky, o primeiro longa da saga a ser dirigido por ele. Lançado em 2004, o filme mostra o filho do boneco com Tiffany se identificando com o gênero feminino e mudando o nome de Glen para Glenda.

"De filme para filme, eu sempre tentei criar um tom diferente, conectando Chucky a um subgênero diferente. Passamos de palavrões à comédia, satirizamos temas e também trabalhamos com o terror direto", analisa Mancini.

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