Covid-19: Damares Alves lança concurso de 'melhor máscara infantil'

Concurso será oficializado na próxima semana pela Secretaria da Criança, segundo Damares. (Foto: Fabrice Cofrini / AFP via Getty Images)

A ministra da Mulher, Família e Direitos Humanos, Damares Alves, anunciou que a pasta fará um concurso da melhor máscara infantil como uma das ações a ser tomada durante a pandemia do novo coronavírus. A iniciativa deverá ser oficializada na próxima semana, segundo ela, e irá premiar as crianças autoras das três melhores máscaras com uma viagem à Brasília e encontro com a primeira-dama, Michelle Bolsonaro.

O anúncio aconteceu durante a coletiva ministerial do Comitê de Crise do Novo Coronavírus, na tarde desta quinta-feira (7), juntamente com outros chefes das pastas do Planalto como Walter Braga Netto, da Casa Civil, e Onyx Lorenzoni, da Cidadania.

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Damares ressaltou que o concurso foi criado pela resistência das crianças em usarem máscaras de proteção contra a Covid-19.

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“A gente ainda tem encontrado uma resistência de crianças para usarem mascaras. Estamos lançando na próxima semana, na Secretaria da Criança, uma campanha em que as crianças vão produzir suas máscaras. As 50 mais interessantes serão premiadas, terá um comitê para avaliar, e as três melhores na semana do natal essas crianças virão a Brasília, tomar um café da tarde com a primeira-dama, e conhecer o Palácio”, detalhou Damares.

No início de sua fala, a ministra fez questão de pedir que a imprensa destacasse as máscaras com temas infantis. “Com certeza todos me viram com a máscara da Mulher-Aranha hoje. Gostaria de contar com a colaboração da imprensa para a divulgação das nossas mascaras para crianças. Já vim de Mulher-Maravilha e hoje vim de Mulher-Aranha”.

ACOLHIMENTO A MORADORES DE RUA

A ministra ressaltou que, no momento, o ministério tem focado suas ações durante a crise da Covid-19 no acolhimento da população em situação de rua.

Damares afirmou que o governo não tem contabilizado quantos moradores de rua já contraíram o novo coronavírus, mas disse que “não são muitos” porque não recebem contatos físicos como abraços ou apertos de mão.

“Neste momento, o que vocês estão fazendo? Acolhendo maior numero possível de moradores de rua. Quantos moradores de rua estão contaminados? Não temos os dados. São muitos? Não. Por que não são muitos ainda? Ninguém pega na mão deles, ninguém abraça moradores de rua”, finalizou a ministra.