Covid-19: Brasil tem 2,6 mil mortes e novo recorde de casos em 24h

Matheus Ribeiro
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TOPSHOT - A COVID-19 patient arrives by ambulance at a public hospital in Brasilia, Brazil, on March 15, 2021 amid the novel coronavirus pandemic. - According to a bulletin issued on Monday by the Federal District's Health Department, almost all beds for patients with COVID-19 are occupied in Brasilia and approximately 300 other infected patients wait for beds in public hospitals. (Photo by EVARISTO SA / AFP) (Photo by EVARISTO SA/AFP via Getty Images)
Paciente com Covid-19 chega a hospital em Brasília no dia 15 de março de 2021 (EVARISTO SA/AFP via Getty Images)

O Brasil registrou 2.648 novas mortes pelo novo coronavírus e 90.303 casos da doença nesta quarta (17). Com isso, o total de mortos chegou a 284.775 e o de casos a 11.693.838, de acordo com o painel atualizado pelo Conass (Conselho Nacional dos Secretários de Saúde), um sistema próprio de informações que reúne dados de contaminados e de óbitos em contagem paralela à do governo.

O Conass divulgou os números como 3.149 óbitos e 99.634 casos confirmados, mas fez a ressalva de que haviam dados represados, já que o governo do Rio Grande do Sul não enviou seus dados a tempo na última terça (16). Após a divulgação do Conass, o RS registrou que tinha 501 óbitos e 9.331 casos não informados ao conselho.

Somados os dados do RS com os divulgados pelo Conass, o dia 16 de março de 2021 agora é o dia com mais mortes no Brasil, com 2.841.

Mesmo sem o número de casos represado do Rio Grande do Sul, o país chegou a um novo recorde de casos confirmados em 24 horas, com 90.303. Até o momento, a maior marca tinha sido registrada no dia 7 de janeiro, com 87.843.

Na terça (16), o país tinha 282.127 mortes e 11.603.535 casos confirmados de Covid-19, de acordo com o conselho.

Prezando pela confiabilidade nas informações, o Yahoo Brasil passou a adotar como padrão, desde 8 de junho, os dados estatísticos divulgados pelas secretarias estaduais de Saúde através do Conass, e não mais os números apresentados pelo Ministério da Saúde.

Os dados do Conass também viraram referência para o Congresso Nacional, que abandonou a contagem do Ministério da Saúde. A decisão foi anunciada pelo então presidente do Senado, Davi Alcolumbre, no início de junho de 2020.