Covid-19: Brasil passa de 2,3 mil mortes em 24h pela primeira vez

Redação Notícias
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SAO PAULO, BRAZIL - MARCH 12: Cemetery workers bury a victim of coronavirus (COVID-19) as family members attend the funeral at Vila Formosa Cemetery on March 12, 2021 in Sao Paulo, Brazil. Vila Formosa, the biggest graveyard in Latin America, has seen its activity grow in the last weeks due to the surge of deaths related to coronavirus. Burials and cremations in the capital of Sao Paulo grew 11% in the first week of March compared to February. The increase means that there is already a lack of raw material for the manufacture of coffins and recently, hearse jams and queues have been recorded at the cemetery. (Photo by Alexandre Schneider/Getty Images)
Funcionários do Cemitério Vila Formosa, em São Paulo, fazem sepultamento de vítima de Covid-19 (Alexandre Schneider/Getty Images)

O Brasil registrou 2.340 novas mortes pelo novo coronavírus e 74.595 casos da doença nesta terça (16). Com isso, o total de mortos chegou a 281.626 e o de casos a 11.594.202, de acordo com o painel atualizado pelo Conass (Conselho Nacional dos Secretários de Saúde), um sistema próprio de informações que reúne dados de contaminados e de óbitos em contagem paralela à do governo.

Os dados do Conass nesta terça estão incompletos. Segundo o conselho, um problema na base de dados impediu que os números do Rio Grande do Sul nas últimas 24 horas fossem computados.

É a primeira vez que o país registra mais de 2,3 mil mortes no período de 24 horas, de acordo com os números do Conass. Na última semana, o Brasil tinha alcançado a marca de 2 mil óbitos diários pela primeira vez desde o início da pandemia.

Na segunda (15), o país tinha 280.286 mortes e 11.519.609 casos confirmados de Covid-19, de acordo com o conselho.

Prezando pela confiabilidade nas informações, o Yahoo Brasil passou a adotar como padrão, desde 8 de junho, os dados estatísticos divulgados pelas secretarias estaduais de Saúde através do Conass, e não mais os números apresentados pelo Ministério da Saúde.

Os dados do Conass também viraram referência para o Congresso Nacional, que abandonou a contagem do Ministério da Saúde. A decisão foi anunciada pelo então presidente do Senado, Davi Alcolumbre, no início de junho de 2020.