Bolsonaro será monitorado após secretário fazer teste de coronavírus, diz jornal

Bolsonaro e sua comitiva estão sendo monitorados. (Foto: Andressa Anholete/Getty Images)

O presidente Jair Bolsonaro (sem partido) e integrantes de sua comitiva que viajaram a Miami, nos EUA, estão sendo monitorados após o chefe da Secom (Secretaria Especial de Comunicação), Fábio Wajngarten, apresentar sintomas semelhantes à gripe e estar com suspeita de coronavírus.

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Após a suspeita, Wajngarten foi ao Hospital Israelita Albert Einstein, onde realizou exames clínicos na quarta-feira (11). Os resultados só sairão nesta quinta (12). As informações são do jornal O Estado de São Paulo.

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Diante da possibilidade, Bolsonaro e o restante do grupo da comitiva passaram a receber ligações do gabinete da Presidência pedindo para que tenham atenção caso apareça algum sintoma. Os integrantes eram recomendados a procurar um atendimento em hospital militar em Brasília para realizar exames caso tenham qualquer sintoma.

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Bolsonaro completará 65 anos no próximo dia 21 de março. Apesar da baixa letalidade, o coronavírus tem apresentado maiores índices de mortes na população idosa, além de doentes crônicos e imunossuprimidos.

VIAGEM ADIADA

Nesta quinta-feira (12), faltando poucas horas de embarcar para o Rio Grande do Norte, Bolsonaro cancelou a viagem de Brasília rumo a Mossoró, onde ele participaria de cerimônia de entregas do governo federal ao Estado, estava prevista para as 13h. O retorno estava previsto para as 18h.

O adiamento da viagem ocorreu em uma justificativa oficial por parte da Presidência. O ministro do Desenvolvimento Regional, Rogério Marinho, disse ao jornal O Estado de São Paulo que o evento oficial foi cancelado por “razões de segurança sanitária”.

O cancelamento ocorre em meio à crise de saúde por conta da pandemia de coronavírus, deflagrada na quarta-feira pela Organização Mundial de Saúde (OMS), e no momento em que o câmbio do dólar em relação ao real chegou à marca histórica de R$ 5.