Coronavírus: Brasil ultrapassa 10 mil mortos e Congresso decreta luto oficial de três dias

Foto: Buda Mendes/Getty Images

Os presidentes da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (DEM-RJ) e do Senado, Davi Alcolumbre (DEM-AP), decretaram neste sábado luto oficial de três dias no Congresso Nacional após o país ultrapassar a marca dos 10 mil mortos pela Covid-19 no país. A Bandeira Nacional ficará hasteada a meio-mastro em frente ao Congresso Nacional.

Oficialmente, o último balanço divulgado pelo Ministério da Saúde registrou 9.897 mortos pelo novo coronavírus. Neste sábado (09), os dados da Universidade Johns Hopkins, nos EUA, já apontam 10.044 óbitos causados pela pandemia.

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O ato foi publicado no Diário Oficial do Congresso neste sábado. Segundo a medida, ficam proibidas quaisquer celebrações, comemorações ou festividades enquanto durar o luto.

“No momento em que o país atinge a triste marca de dez mil mortes oficiais da Covid-19, o Congresso Nacional também sofre a dor de tantas famílias brasileiras que perderam seus entes queridos, sem poder render-lhes as justas homenagens. É uma tragédia que nos devasta mais a cada dia. Dez mil pessoas, amadas e importantes para outras pessoas, cheias de sonhos, tiveram suas vidas interrompidas”, diz nota oficial assinada por Maia e Alcolumbre.

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O texto também afirma que o “Parlamento, que representa o povo e o equilíbrio federativo desta nação, não está indiferente a este momento de perda, de tristeza e de pesar”. Segundo o texto, a situação é “singular”, com “nossas cidades paradas, nossas crianças sem aulas, nosso povo assustado”. A nota diz que o Congresso Nacional tem feito sua parte “ao tomar medidas legislativas de suporte às pessoas, aos governos e às empresas”.

Ainda segundo os presidentes da Câmara e do Senado, a prioridade agora é proteger a vida dos brasileiros.

“Mesmo chorando a morte dos nossos irmãos e irmãs brasileiros, conclamamos todos a manter as recomendações das autoridades de Saúde, diminuindo o ritmo dessa terrível doença, enquanto nos preparamos para um retorno seguro e definitivo à normalidade”, recomenda a nota.

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***Por Carolina Brigido, do Globo