Converse pinta floresta de postes em Copacabana no projeto ‘Global City Forest’

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Time de artistas de Converse (SWEAT Productions)
Time de artistas de Converse (SWEAT Productions)

Arte e proteção do meio ambiente? Essa é a pegada o projeto ‘Global City Forest’, da Converse, que chega ao Rio de Janeiro após colorir outras 14 cidades ao redor do mundo.

O projeto entrou em uma nova fase na cidade, a Recrie o Amanhã, para alertar a população para o avanço do aquecimento global e a iminente elevação do nível dos oceanos como tema principal por meio de "inundações" projetadas no Museu do Amanhã e nos Arcos da Lapa, marcos culturais mundialmente conhecidos, com o objetivo de materializar, de forma virtual, o que pode acontecer no futuro caso o cenário atual da devastação ambiental não seja revertido.

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O Museu do Amanhã, símbolo de um Rio mais moderno inaugurado na época das Olimpíadas Rio 2016, também foi alvo da intervenção e foi projetado com uma inundação.

Além disso, 47 postes no bairro de Copacabana, foram pintados representando figurativamente sua função de filtragem do ar pela vegetação nativa que foi subtraída pelo avanço da cidade. Mas a tinta usada no projeto não é comum, é um produto especial que faz a função de absorver CO2 na atmosfera.

A Converse convidou nove artistas ascendentes para dar vida à floresta de postes: Guilherme Memi, Lídia Viber, Ju Angelino, Lolly, Rodrigo Sini, OMEP, Fredy Nascimento, Priscila Rooxo e Mario Band's.

Lídia Viber assimila sua vivência como mulher preta e periférica em seu trabalho. A mineira, que hoje reside na capital fluminense, dedicou-se por mais de 7 anos à formação social de jovens periféricos em Belo Horizonte e é reconhecida pelo Sindicato dos Professores de Minas Gerais como uma das 15 mulheres mais influentes do Estado na categoria. Para ela, "sustentabilidade é uma maneira eficaz de viver e desfrutar o planeta em harmonia, com respeito e igualdade, visando um futuro renovável", conta.

A nova fase do Converse City Forests marca também a chegada da linha Renew Knit no Brasil. Os tênis, que têm 85% de poliéster reciclado em sua composição, propõem uma reinvenção do icônico Chuck Taylor All Star em tricô respirável, garantindo acabamento premium e conforto extra durante o uso, complementados por suas palmilhas OrthoLite. Sua nova sola transparente também incorpora a proposta sustentável da linha Renew e é feita a partir de sobras de borracha que seriam descartadas no processo de manufatura.

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