Conar esclarece processos em lives de músicos: 'Restrita à análise de anúncios'

Desde que o Conar (Conselho Nacional de Autorregulamentação Publicitária) abriu uma representação ética contra a live "Buteco do Gusttavo Lima" e a Ambev por conta da publicidade de bebida alcoólica, os cantores sertanejos passaram a reclamar. Maiara e Maraisa na live da última terça, dia 23, por exemplo, chegaram a questionar se precisavam "enganar o público" fingindo que não estavam consumindo nada. Mas a questão não passa por aí.

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"O Conar não  cuida do conteúdo artístico e/ou editorial que, constitucionalmente, está  sob o domínio da liberdade de expressão. A atuação do Conar está restrita à análise de anúncios cujos responsáveis pactuaram em produzi-los e veiculá-los dentro dos limites da ética", disse a entidade, em um novo comunicado.

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O que entra em questão é a forma como os anúncios, das bebidas alcoólicas, no caso, são feitos. É preciso, por exemplo, divulgar que o consumo deve ser feito com moderação. As regras também envolvem a forma como a marca é exibida.

"Em programas, lives ou qualquer outro tipo da manifestação artística ou cultural de transmissão pública, apenas as peças publicitárias, gravadas ou ao vivo, são objeto da análise do Conar, que assegura a anunciantes, veículos e/ou influenciadores o direito amplo de contestar o que lhes é imputado, fruto de denúncia de consumidores, da própria monitoria do Conar ou de autoridades."