Cirque du Soleil pode pedir falência após cancelar shows por coronavírus

Apresentação do espetáculo "Ovo", do Cirque du Soleil, em Belo Horizonte (MG), março de 2019. Foto: DOUGLAS MAGNO/AFP via Getty Images

O Cirque du Soleil Entertainment Group, empresa que administra os espetáculos do Cirque du Soleil, enfrenta uma série crise financeira que só se agravou com a pandemia de coronavírus, que obrigou o grupo a cancelar shows, dispensar artistas e renegociar dívidas.

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Agora, segundo fontes da agência de notícias Reuters, a companhia estuda a possibilidade de pedir falência. Com uma dívida de quase US$ 900 milhões (equivalente a R$ 4,5 bilhões), a empresa tenta negociar com credores para não ter que tomar a medida mais drástica.

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Na semana passada, o grupo teve que demitir 4,6 mil funcionários ao redor do mundo, número que representa cerca de 95% da força de trabalho da empresa.

"Esta decisão é nossa única opção", disse o presidente-executivo, Daniel Lamarre, em um comunicado sobre as demissões.

O grupo circense disse, na ocasião, que uma equipe de apoio reduzida continuaria a trabalhar nos planos de turnês e vendas de ingressos para shows no fim deste ano e em 2021, e que voltaria a contratar quando as produções fossem retomadas.

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