Marília Mendonça morreu de politraumatismo após a queda do avião, diz Polícia

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Marília Mendonça morreu aos 26 anos em Minas Gerais (foto: Reprodução / Instagram @mariliamendoncacantora)
Marília Mendonça morreu aos 26 anos em Minas Gerais (foto: Reprodução / Instagram @mariliamendoncacantora)

A Polícia Civil de Minas Gerais divulgou a causa da morte da cantora Marília Mendonça e outras quatro pessoas em um acidente aéreo que aconteceu no começo do mês. A artista tinha 26 anos e se encaminhava para um show.

Segundo informações do médico-legista Thales Bittencourt de Barcelos, os cinco ocupantes da aeronave bimotor foram vítima de politraumatismo contuso, que significa que os passageiros morreram em consequência do choque do avião com o solo, ou seja, após o pouso forçado.

O avião que levava a cantora caiu em uma cachoeira da região (foto: reprodução / tv globo)
O avião que levava a cantora caiu em uma cachoeira da região (foto: reprodução / tv globo)

As informações foram divulgadas durante uma coletiva de imprensa na tarde desta quinta-feira (25). Os dados da necrópsia feita nos corpos foram juntadas à investigação que é conduzida pelo órgão para definir como o acidente aconteceu.

Segundo o delegado Ivan Lopes Sales, um piloto que pousou no aeroporto de Caratinga cerca de 20 minutos após a queda do avião que levava Marília e sua equipe não relatou nenhuma anormalidade nas comunicações que os profissionais tiveram por rádio.

“A gente avançou com essa oitiva. Não descartamos nenhuma possibilidade. Mas há fortes indícios que as linhas de transmissão teriam sido as causadoras do acidente”, afirmou o delegado durante a conversa com a imprensa.

Foram estabelecidas duas linhas de investigação para apurar o ocorrido: o acidente ter sido provocado pelo choque com as linhas de transmissão de uma torre da Companhia Energética de Minas Gerais (Cemig) e uma pane nos motores. A segunda hipótese ainda depende do relatório final do Cenipa, o Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos.

O Conselho Regional de Engenharia e Agronomia de Minas Gerais (Crea-MG) está investigando se as torres de transmissão da companhia de energia estão instaladas em local adequado em referência ao aeroporto e o trajeto de aterrissagem dos aviões.

Além de Marília, também faleceram o piloto, Geraldo Medeiros; o copiloto, Tarciso Viana; o produtor Henrique Ribeiro; e o tio e assessor de Marília, Abicieli Silveira Dias Filho.

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