Carmo Dalla Vecchia exalta Alfredo, de 'Cara e Coragem': 'marido que eu gostaria de ter'

Um marido apaixonado, gente boa, que cuida da casa, da comida, dos filhos. Essa é a descrição de Alfredo, personagem vivido por Carmo Dalla Vecchia em "Cara e Coragem", atual novela das sete da Globo. Ele é tão bom que houve até quem desconfiasse, mas não há com o que se preocupar: o cara é mesmo honesto.

"Ele é o marido que eu gostaria de ter", brinca Carmo, aos risos, ao falar sobre a novela com o Yahoo Entrevista.

"Ele cuida da casa e justamente discute essa viabilidade: 'Oh, que bacana! Que legal esse cara!'. Um cara que tem uma função que geralmente fica para a mulher, que é cuidar do lar", comenta o ator, que celebra a oportunidade de dar vida a um personagem tão dedicado à família no momento em que ele se sente realizado em seu próprio lar.

"Talvez eu tenha encontrado na minha vida num momento muito feliz e propício para contar essa história também, que é algo que eu vivo muito por ter... por ser mãe e pai ao mesmo tempo, de um bebê que não tem a figura da mãe, né?!", destaca.

Junto com o marido, o autor João Emanuel Carneiro, Carmo é pai de Pedro, de 3 anos. Ele passou a mostrar pequenos momentos da rotina com o filho nas redes sociais.

Separação sem drama nas telas

Além de bom pai e parceiro na trama, o Alfredo de Carmo Dalla Vecchia vai ainda mostrar que um relacionamento pode acabar sem dramas. É que Pat, protagonista vivida por Paolla Oliveira, já não ama o marido, e sim Moa (Marcelo Serrado).

"O que eu acho mais bonito de toda essa história, que é o que vai surgir ainda a partir daí, é num momento em que talvez exista o rompimento do casamento. O posicionamento dos dois, eu considero um dos posicionamentos mais maduros que eu já vi escritos na teledramaturgia, justamente mostrando para as pessoas: 'olha, isso é viável!'. Um casamento não precisa terminar da pior maneira do mundo", ressalta.

Atualmente, o casal permanece junto na telinha. Mas, nos próximos capítulos, Pat irá pedir o divórcio.

Assista à entrevista completa: