Após cerco ao "gabinete do ódio", Carlos Bolsonaro avalia morar nos EUA ou em Brasília, diz jornal

(Foto: Getty Images)

As recentes ofensivas contra o chamado “gabinete do ódio” fizeram com que o Carlos Bolsonaro aventasse a hipótese de se mudar para Brasília ou Estados Unidos. As informações são do jornal O Estado de S.Paulo.

Nesta quinta, via Twitter, Carlos disse estar vivendo “um novo movimento pessoal”, mas não deu mais detalhes. “Aos poucos vou me retirando do que sempre defendi. Creio que possa ter chegado o momento de um novo movimento pessoal. Estou cagando para esse lixo de fake news e demais narrativas. Precisamos viver e nos respeitar”, postou.

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Essa publicação aconteceu um dia depois do Facebook remover 73 contas ligadas ao clã Bolsonaro. A investigação indicou que o assessor especial da Presidência, Tercio Arnaud Tomaz, como um dos responsáveis por esses perfis. Tercio é homem de confiança de Carlos, de quem foi assessor na Câmara dos Vereadores no Rio.

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Essa operação que atingiu Tercio mudou a estratégia de Carlos. Ele tem afirmado a auxiliares que não irá concorrer à reeleição no Rio e estuda a possibilidade de morar no Texas, onde tem amigos, mas também não descarta morar em Brasília para ficar mais perto do pai.

Nas últimas semanas, o presidente Jair Bolsonaro tem tentado se distanciar de seu núcleo mais radical, liderado pelo filho Carlos, para tentar “pacificar” relações com o STF - a Corte é um dos principais alvos dessa parte mais extremista do governo.

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