Cantor de k-pop Seungri é acusado de contratar prostitutas para sócios

Agência


O cantor Seungri, ex-membro do grupo de k-pop Big Bang, foi acusado formalmente na última sexta-feira, 31, de ter contratado prostitutas para sócios de um de seus negócios e de fazer apostas em território estrangeiro, o que é ilegal na Coreia do Sul.

O escritório de fiscalização do Distrito Central de Seul, capital coreana, informou que as duas acusações foram formalizadas e que não pediu prisão preventiva do músico.

Segundo o órgão, Seungri contratou serviços de prostituição para seus sócios do Japão, Taiwan e Hong Kong entre dezembro de 2015 e janeiro de 2016.

A pasta considera também que, entre 2013 e 2016, Seungri apostou várias vezes em Las Vegas, nos Estados Unidos, junto com Yang Hyun-suk, fundador da produtora de k-pop YG Entertainment. Yang é considerado um dos pais do k-pop por ter sido um dos três membros da Seo Taiji and Boys, uma das bandas que revolucionaram a indústria musical do país asiático nos anos 1990.

Seungri, cujo nome verdadeiro é Lee Sung-hyun, se aposentou do mundo do entretenimento em março de 2019, depois de se tornar uma figura central em uma investigação em torno de um clube no distrito de Gangnam, em Seul, chamado Burning Sun. O local é o epicentro de uma trama envolvendo tráfico de drogas, prostituição de menores, evasão fiscal e corrupção policial.

Um dos sócios de Seungri em vários de seus negócios, Yoo In-suk, e oito outras pessoas também foram acusadas de vários crimes relacionados à boate.