Camila Queiroz relembra estreia como Angel, em “Verdades Secretas”: “Tenho muita gratidão”

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Camila Queiroz como a Angel, em
Camila Queiroz como a Angel, em "Verdades Secretas" (Foto: Divulgação/Globo)

A partir desta terça-feira (24), “Verdades Secretas”, volta ao ar na TV Globo e a protagonista, Camila Queiroz, celebra a Angel e a proporção da trama que transformou sua vida.

“Me lembro de tudo, de cada detalhe. Por ter sido o meu primeiro trabalho como atriz, quis absorver tudo e curtir muito cada momento que vivi. Uma coisa que era dominante nos nossos bastidores era a intimidade e união do elenco. Construímos uma relação muito boa e isso fazia com que os nossos bastidores fossem leves e cheio de amor”, conta em comunicado.

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Durante a trama, que foi ao ar há seis anos, ela mal pode ver o que ia ao ar por conta da demanda de trabalho e desta vez pretende não perder nada. “Será a primeira vez que verei depois de 2015. Dessa vez pretendo conseguir assistir tudo. Eu sempre fui muito autocrítica, mas tenho tentado cada vez mais ter empatia e compaixão por mim mesma e entender que eu fiz o melhor que podia ser feito naquele momento”, avalia.

Antes de estrear como atriz, ela tinha uma carreira de sucesso como modelo. Viajava o mundo há mais de 10 anos desfilando e posando para grandes marcas, mas trocou tudo por uma chance de ouro na televisão e não se arrependeu do que vivenciou nos bastidores e no ar.

“Todos nós éramos muito unidos e todos queríamos que o projeto fosse um sucesso, então cada um deu o seu melhor e vibrávamos juntos o sucesso e a aceitação do público. Um fato curioso é que o primeiro desfile da Angel levou cinco dias para ser gravado no total. Entre bastidores e passarela. Em três locações diferentes. Um show mesmo!”, lembra.

Escrita por Walcyr Carrasco, a trama volta para deixar fresca na cabeça do público a história que ganhará uma segunda temporada em breve. “Acho que 'Verdades' foi inovadora. Tudo era muito encaixado e afinado. Texto, direção, fotografia. Sua ousadia. Trouxemos questões para serem discutidas pela sociedade. Falamos sobre a hipocrisia, falta de ética.... Colocamos o dedo em algumas feridas que provocaram discussões e ainda provocam. E essa é uma das funções da arte: gerar debates, opiniões, críticas, discussões, enfim, trazer os mais diferentes temas. Seis anos depois parece tão pouco, mas sinto que evoluímos muito de lá pra cá. Talvez algumas coisas não sejam mais aceitas ou vistas da mesma maneira que foram, que bom. Serão novos pontos de vistas da história e eu estou doida pra acompanhar tudo isso”, conclui.

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