Camila Pitanga comenta malária e reflete: "Invadimos a casa dos animais silvestres"

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Camila Pitanga e a filha, Antonia, estão com malária (reprodução / instagram @caiapitanga)
Camila Pitanga e a filha, Antonia, estão com malária (reprodução / instagram @caiapitanga)

Camila Pitanga usou as redes sociais para refletir sobre seu diagnóstico de malária, divulgado por ela nesta semana. A atriz e a filha foram acometidas pela doença e estão seguindo o protocolo de tratamento do SUS.

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Com poucos casos no sudeste, a doença não é tão rara quando se pensa. “Na região de Mata Atlântica em SP, onde eu e minha filha contraímos a doença, ano passado foram registrados apenas 13 casos segundo dados. Enquanto isso, na região amazônica, em 2018, foram registrados quase 200 mil novos casos, segundo dados do Ministério da Saúde”, apontou.

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A atriz pede mais atenção do Governo à doença e relembrou seus sintomas. “Amarguei 10 dias de febres e dores até ter uma resposta e iniciar o tratamento e esse é um dos motivos da letalidade, a falta de informações para um diagnóstico rápido e preciso. Os sintomas mais comuns são febre alta, calafrios, dores de cabeça, sudorese” falou.

O tratamento é oferecido pelo SUS. “Há um protocolo e remédios cientificamente comprovados que tratam a malária. Os médicos são profissionais treinados que receitam o tratamento. Não é achismo, nem ilusão, nem um teste, são fatos, repito, cientificamente comprovados por profissionais competentes em suas áreas de atuação”, ressaltou.

Ainda sem vacina, a melhor forma de prevenção é evitando a picada do mosquito com agentes externos quando em área de mata. “Usando repelentes, mosquiteiros, roupas que cubram ao máximo a pele e principalmente preservando o meio ambiente”, lembrou.

Defensora e militante de causas ambientais, Camila não esqueceu que o desmatamento é um dos grandes transmissores de vírus e bactérias animais para homens. “Nós invadimos a casa dos animais silvestres e o resultado são novas e velhas doenças cada vez mais comuns circulando entre os humanos. Leiam, informem-se e cuidem-se. Viva o SUS, defenda o SUS”, concluiu.