'Brochada está mais relacionada com inseguranças', avalia Caio Castro

Caio Castro falou sobre tabus na hora do sexo (Foto: Agnews)
Caio Castro falou sobre tabus na hora do sexo (Foto: Agnews)

Resumo da Notícia:

  • Caio Castro comentou sobre como a maturidade o ajudou a desconstruir a masculinidade tóxica

  • Ator revelou que a vida amorosa mudou conforme os anos passaram

  • Empresário deu a sua opinião sobre as críticas por falhas na Hora H

Caio Castro abriu o jogo sobre alguns temas de sua vida. Dentre os assuntos debatidos, o ator falou sobre ciúmes no relacionamento, inseguranças, masculinidade tóxica e tabus na hora do sexo, como a disfunção erétil.

"É óbvio que a gente entra mais nessa questão com um amigo ou com a gente mesmo, mas tem um grupo, uma parcela de meninas que não ajuda, que faz questão de (cobrar)... 'E aí, meu?', 'Nossa!' É sério mesmo? Dá vontade de falar: 'Quantos anos você tem?'", desabafou no canal do YouTube "Sua Brother".

"Na maioria dos casos, a 'brochada' está mais relacionada com inseguranças e incertezas na troca com o parceiro. Se você é novo, não tem como saber exatamente onde são os lugares certos que as mulheres gostam de ser tocadas. Não tem tempo de vida útil para saber o que você gosta de receber de uma mulher ou de um homem... Aí, a gente fica ansioso, fica tenso. E às vezes não rola, não tem troca suficiente para ter tesão, ter uma troca sexual", explicou.

Atualmente namorando Daiane de Paula, repórter e assistente de palco do programa de Faustão na "Band", Caio Castro lembrou fases da vida em que aproveitou a solteirice e quis apenas relações casuais. "Talvez hoje não (me interesse apenas pela aparência), com 30 e poucos anos. Mas é óbvio, já fui muito novo, já quis experimentar várias coisas. Saía com mulheres, não estava muito preocupado e elas também não. Todo mundo nessa fase mais jovem passa por isso. É normal, tá ligado? Ah, foi só sexo? Tudo certo. Não tem nada de errado nisso", afirmou.

Caio Castro revela se é ciumento

Caio Castro apontou também outro tópico sensível em uma relação: ciúmes. "Não sou ciumento. Mas eu não tenho muita paciência para quem joga com o ciúmes ao próprio favor, fica cavando história. O famoso relacionamento tóxico não faz bem para ninguém", destacou.

O artista ainda opinou sobre pagar a conta em um encontro a dois. "Sou meio gentleman. Mas tem diferença entre você pagar a conta e você ter que pagar a conta. Me incomoda muito, que é o que eu não quero, essa sensação de eu ter que sustentar, ter que pagar. Eu tenho que p*rra nenhuma, para começar. Em um namoro desses meus assim, eu tirava jokenpô para saber quem ia pagar", revelou.

Caio Castro comenta sobre a masculinidade tóxica

Ao comentar sobre ter se livrado de amarras da masculinidade, Caio Castro declarou: "Eu sentia vergonha, às vezes, de me emocionar com alguma coisa, segurava choro em coisas simples: filme... Eu não tenho que ser durão, tenho que ser humano, tenho que tentar corrigir essas coisas que fazem mal para mim. Tenho minhas fragilidades, tenho minhas inseguranças em alguns lugares, tenho vontade de chorar por coisa que é triste, sim, e tenho vontade de chorar por outras coisas que são felizes (...) Hoje sou um cara muito livre. É transformador".

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