Bruna Marquezine sobre solteirice na quarentena: "Ninguém tem um vibrador?"

Giselle de Almeida
·2 minuto de leitura
A atriz Bruna Marquezine. Foto: reprodução/Instagram/brunamarquezine
A atriz Bruna Marquezine. Foto: reprodução/Instagram/brunamarquezine

Bruna Marquezine está lidando muitíssimo bem com a solteirice na quarentena. A atriz garante que não pensa em relacionamento no momento e lembra que existem outras alternativas para driblar a carência no período de isolamento social.

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“Sexo é a maior troca de energia entre seres humanos. Não transo só pelo prazer. Se for por isso, tem outras maneiras de se satisfazer sozinha. Não consigo banalizar. Escuto muito isso: ‘Ser solteiro está foda!’. Eu falo: ‘Gente, estamos em 2020, ninguém tem um vibrador?’”, afirmou, em entrevista à revista “Ela”, do jornal “O Globo”.

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A atriz ainda afirma que não gosta de escancarar sua vida sexual, mas comenta o que julga necessário para engatar uma relação. “Só consigo me relacionar com quem eu confio, admiro e conheço, pelo menos, um pouco. Mas não julgo. Cada um vive de acordo com as suas escolhas. Essa é a minha”, explicou.

Na entrevista, ela também diz que por muito tempo ficou frustrada de dar entrevistas sobre seu trabalho e sempre ser associada ao ex-namorado Neymar.

“Entendo que as pessoas têm interesse na vida pessoal das outras, eu mesma trabalho a minha mente e estado de espírito para ter cada vez menos interesse na vida alheia. Quantas vezes ouvi: ‘Desculpa, mas tenho que te perguntar sobre ele’. Já faz mais de três anos que eu não me relaciono com essa pessoa, mas muita gente ainda tem necessidade de atrelar a minha imagem à dele e a dele à minha. Mas acredito que um dia isso acabe”, desabafou.

No ano em que deixou a Globo e assinou contrato com a Netflix, Bruna faz um balanço de 2020, que classifica como “emocionalmente instável” e “uma gangorra muito louca”.

“Além da Netflix, outras possibilidades de trabalho surgiram e me fizeram muito bem. Então, ao mesmo tempo que foi um ano muito difícil, eu seria hipócrita se dissesse que foi um ano ruim... É difícil ser grata por um ano em que tanta gente sofreu e morreu. Me sinto até culpada. Enfim, 2020 foi bem complexo”, resumiu.

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