Bruce Springsteen: relembre 7 sucessos do ‘Boss’ setentão

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NEW YORK, NY - DECEMBER 15:  Bruce Springsteen takes his final "Springsteen on Broadway" curtain call at Walter Kerr Theatre on December 15, 2018 in New York City.  (Photo by Taylor Hill/Getty Images)
A música de Bruce Springsteen conquista fãs de várias gerações (Getty Images)

Poucos artistas souberam cantar os anseios, tormentos e contradições dos EUA como Bruce Springsteen.

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Nascido em New Jersey em 23 de setembro de 1949, filho de um motorista de ônibus e uma secretária, Bruce Springsteen transformou uma infância difícil em matéria-prima e combustível para uma das obras consistentes da música - sem jamais perder o espírito de “classe operária”. Relembre alguns hits do ‘Boss’, agora setentão.

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‘Born to Run’ (1975)

A canção que fez de Bruce Springsteen sentir o gostinho do sucesso aposta em uma fórmula manjada, mas que só os mestres transformam em obra-prima. Cantada em primeira pessoa, o protagonista convida a namorada Wendy - e os ouvintes - a deixar o “sonho americano” para trás e embarcarem em busca dos seus próprios anseios, pois “vagabundos como nós, nascemos para fugir”.

‘Badlands’ (1978)

Um hino à resiliência e uma recusa a abdicar dos próprios princípios. Composta em um período de brigas judiciais com um ex-produtor que o impediu de gravar por três anos, Badlands traz um Bruce Springsteen disposto a ir atrás do tempo perdido e a virar o jogo… mas jogando limpo, ao contrário dos donos das “terras más”.

‘Dancing in the Dark’ (1984)

Depois de compor dezenas de canções e fazer sucesso com boa parte delas em mais de uma década de carreira, Bruce Springsteen ainda era cobrado para escrever um hit inquestionável. Dancing in the Dark é sobre esgotamento criativo, vazio de ideias, mas genialmente embalado como se fosse um convite para “dançar no escuro” ao som de uma melodia agradavelmente pop.

‘Born in U.S.A.’ (1984)

Quem nunca bateu o olho no título dessa canção e na foto de capa do disco homônimo e achou que era uma ode ufanista ao Tio Sam? Pois Bruce Springsteen carrega no cinismo para contar a história do homem “mandado a uma terra estrangeira para matar o homem amarelo” e que, dez anos depois de voltar do Vietnã, segue sem rumo em seu próprio país. Quer pancada maior no american way of life?

‘Human Touch’ (1992)

Os EUA entraram na última década do século XX envolvidos em guerras, no Oriente Médio, contra as drogas… e Bruce Springsteen lança dois discos no mesmo dia, 31 de março de 1992. Na faixa-título de um deles (o outro foi ‘Lucky Town), o “Boss” implora pelo “toque humano” em meio a um mundo sem piedade e no qual não há bondade no rosto de estranhos.

‘Streets of Philadelphia’ (1993)

Filadélfia, primeiro filme de um grande estúdio norte-americano a falar sobre AIDS precisava de uma música-tema de impacto. E ninguém mais indicado para escrevê-la do que Bruce Springsteen. A dolorosa história de amizade e solidão nas ruas da Filadélfia, cantada com melancolia pelo ‘Boss’ - “Nenhum anjo vai me cumprimentar, somos apenas você e eu, amigo” - ganhou as paradas do mundo inteiro, além do Oscar de Melhor Canção.

‘Waitin' on a Sunny Day’ (2002)

Na ressaca dos ataques de 11 de setembro, Bruce Springsteen reúne a E-Street Band 18 anos depois de ‘Born in the U.S.A.’ e lança ‘The Rising’, disco de inéditas que não saia desde ‘The Ghost of Tom Joad’, de 1995. Torcendo para a chuva ir embora, o “Boss” espera por um dia ensolarado e pelo sorriso da garota que traz a luz da manhã e joga a tristeza pelos ares.

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