Britney Spears se sente humilhada por séries não autorizadas sobre sua vida

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SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - A cantora Britney Spears voltou às redes sociais neste sábado para reclamar da imagem negativa que, segundo ela, séries e documentários não autorizados sobre sua vida ajudaram a criar. "Sinto que a América fez um trabalho maravilhoso em me humilhar", escreveu, repercutindo reclamações que não são raras em suas redes.

No entanto, horas após a publicação do extenso texto, a cantora decidiu apagá-lo. Nele, ela descrevia ainda como, enquanto esteve sob a tutela do pai, Jamie Spears, aparentemente era forçada a ir a pé de aeroportos até seu carro para que paparazzi pudessem fotografá-la.

Ela reclama ainda como fotos antigas, relembrando dramas da sua vida pessoal que repercutiram largamente na mídia, são usadas à exaustão em programas e documentários de empresas como Hulu, Netflix e CNN. Segundo ela, estrelas como "Will Smith, Gwyneth Paltrow, Jennifer Lopez e Halle Berry" não têm suas vidas vigiadas e expostas da mesma forma.

"Eu nunca me senti tão intimidada na minha vida neste país, é uma loucura", escreveu. "Honestamente, é lícito fazer tantos documentários sobre alguém sem a benção dela?!"

Reclamou ainda de produções que alegam estar "ajudando" a cantora. Spears também sugere que a maioria desses conteúdos se concentram no que levou a cantora à tutela, e não no que ela passou enquanto estava nela, que teria sido bem pior.

A cantora está livre da tutela do pai desde novembro do ano passado, após 13 anos de controle sobre sua vida, carreira e finanças. Em abril, Spears já havia escrito que ficara "envergonhada" pelo documentário "Framing Britney Spears", feito pelo jornal The New York Times, e que "chorou por duas semanas". "Eu não assisti ao documentário, mas pelo que eu vi fiquei envergonhada pela forma como me retrataram nele", disse à época.

A obra aborda o mistério da tutela legal exercida por seu pai, Jamie Spears, que gerou um movimento popular, o Free Britney, e que a própria cantora tem combatido.

Também destaca a campanha de pressão machista por parte da mídia e do entretenimento ao longo de sua carreira. "O documentário contribui para a conversa crítica que estamos tendo sobre mulheres, representação e trauma", escreveu a crítica Patricia Grisafi, da emissora americana NBC.

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