Britney Spears ligou à polícia uma noite antes de testemunhar no tribunal

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***ARQUIVO***SÃO PAULO: Cantora norte-americana Britney Spears durante show no Anhembi, em São Paulo. (Foto: Eduardo Anizelli/Folhapress)
***ARQUIVO***SÃO PAULO: Cantora norte-americana Britney Spears durante show no Anhembi, em São Paulo. (Foto: Eduardo Anizelli/Folhapress)

SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - Britney Spears, 39, ligou à polícia para relatar o abuso da tutela do pai, Jamie Spears, 68, uma noite antes de apresentar o testemunho no tribunal. "Membros da equipe da cantora começaram a trocar mensagens de texto freneticamente. Eles estavam preocupados com o que ela poderia dizer no dia seguinte e discutiram como se preparar para o caso de Britney se tornar rebelde", escreveram Ronan Farrow e Jia Tolentino.

De acordo com os jornalistas investigativos da New Yorker, uma fonte próxima a estrela pop e os polícias do condado confirmaram a notícia. Porém, embora as chamadas de emergência sejam normalmente acessíveis ao público, as ligações de Britney são confidenciais sob a justificativa de haver uma investigação em andamento.

O relatório de Farrow e Tolentino vem na esteira de uma série de acontecimentos importantes na batalha de Britney para se livrar da tutela do pai. A Bessemer Trust, empresa de gerenciamento de finanças que está envolvida como cotutora do patrimônio da cantora, solicitou a um tribunal de Los Angeles sua retirada do caso após depoimento em que estrela do pop afirmou que se opõe ao atual arranjo.

Depois de anos de silêncio sobre o assunto, a artista finalmente falou, no dia 23 de junho, a respeito da própria tutela, que pertence a James desde 2008, durante audiência remota. Ela fez um discurso apaixonado perante um juiz de Los Angeles, criticando duramente seu pai, enquanto seus pais e advogados ouviam.

"Eu estive em negação. Eu estive em choque. Estou traumatizada", disse a cantora, durante a audiência remota. "Eu só quero minha vida de volta". Britney afirmou que quer que a tutela termine "sem ter que ser avaliada". "Eu realmente acredito que essa tutela é abusiva", disse a artista. "Não sinto que posso viver uma vida plena."

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